Portugal, o saloio e o Ébola

Portugal, o saloio e o Ébola

A epidemia de Ébola fez mais uma vítima anónima: o fulano que em Portugal tomou a decisão de não deixar aterrar um avião que transportava um doente norueguês infectado pela doença. A aterragem destinava-se ao reabastecimento da aeronave, que viajava da África Ocidental para Oslo. Um saloio com poder para o fazer não achou oportuno permitir a escala técnica. E depois, foi o jogo habitual. Ninguém quis arcar com a responsabilidade. Sacudir a água do capote é uma habilidade nacional. Faz parte da maneira de governar.

Vistas Largas – Victor Ângelo

 

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