Cultura & ShowBizz

By claracastilho

O Ciclo de Cinema “Harvard na Gulbenkian”, vai ocorrer dias 23, 24 e 25 de Janeiro, na Sala Polivalente do CAM. Os filmes são seguidos de debates.

Sexta-feira, 23 de Janeiro

18h00 | Vale Abraão, 203′, 1993 | Manoel de Oliveira


Sábado, 24 de Janeiro

15h30 | Ariel, 72′, 1988 | Aki Kaurismaki

18h00 | Ruskin, 39′, 1998 | Robert Beavers
From the Notebook of…, 48′, 2000 | Robert Beavers
The Hedge Theater, 19′, 2002 | Robert Beaver

Domingo, 25 de Janeiro

15h30 | Rosalinda, 43′, 2011 | Matías Piñero
Todos Mentem, 75′, 2009 | Matías Piñero

18h00 | O Homem Sem Passado, 97′, 2002 | Aki Kaurismaki

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Blogue do autor: A Viagem dos Argonautas – João Machado

 

By claracastilho

O Ciclo de Cinema “Harvard na Gulbenkian”, vai ocorrer dias 23, 24 e 25 de Janeiro, na Sala Polivalente do CAM. Os filmes são seguidos de debates.

Sexta-feira, 23 de Janeiro

18h00 | Vale Abraão, 203′, 1993 | Manoel de Oliveira


Sábado, 24 de Janeiro

15h30 | Ariel, 72′, 1988 | Aki Kaurismaki

18h00 | Ruskin, 39′, 1998 | Robert Beavers
From the Notebook of…, 48′, 2000 | Robert Beavers
The Hedge Theater, 19′, 2002 | Robert Beaver

Domingo, 25 de Janeiro

15h30 | Rosalinda, 43′, 2011 | Matías Piñero
Todos Mentem, 75′, 2009 | Matías Piñero

18h00 | O Homem Sem Passado, 97′, 2002 | Aki Kaurismaki

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Blogue do autor: A Viagem dos Argonautas – João Machado

 

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O Cante Alentejano, proclamado pela UNESCO, em 2014, como Património Cultural Imaterial da Humanidade, sobe ao palco do Grande Auditório do CCB para um concerto único onde se celebra e homenageia este reconhecimento internacional.
Um canto a vozes, aonde a música se enlaça na poesia, e no qual os homens e as mulheres partilham a Vida transformada em Cante. Um cantar de um povo que construiu, a partir dos trabalhos e dos dias, um canto solidário, um canto que se ergue. Que nos levanta.

Aproveite esta ocasião única para visitar o Centro Cultural de Belém no dia 25 de Janeiro.

 

0 98

Dia 7 de fevereiro a banda liderada por Jim Kerr, Simple Minds, apresenta-se no Coliseu de Lisboa e no dia seguinte atua no Coliseu do Porto.
Com uma carreira de mais de 30 anos, os Simple Minds são autores de êxitos como “Don’t You (Forget About Me)”, “Sanctify Yourself”, “Waterfront”, “Hypnotised”, entre muitos outros. Foram estes temas de sucesso que garantiram ao grupo o reconhecimento por parte das prestigiadas revistas britânicas de música, NME e Mojo, ao entrarem nas lista das 100 bandas mais influentes do mundo, nas respetivas publicações, ao lado de nomes como Radiohead, Primal Scream, Manic Street Preachers ou The Killers.
A banda escocesa irá lançar “Big Music” depois de um interregno de cinco anos. O grupo considera este novo registo de originais “um recuperar de energias e atitude”, razão pela qual se poderá esperar um disco cheio de mistério e magia, características que fizeram com que esta seja atualmente uma das maiores bandas do mundo.

 

O Homem desforra-se, algumas vezes sem razão, mas muitas, mesmo muitas vezes, com carradas de razão, através da sátira e do riso, daqueles sem os quais não pode passar quando chegam os dias dos terríveis calafrios, a horas fatais das doenças prolongadas e de contínuo sofrimento.

A sátira contra os médicos, porventura inspirada na insensibilidade, arrogância e negligência de muitos clínicos, é tão antiga que se perde na noite dos tempos… O poeta latino Virgílio (71-19, a. C.) já dizia na «Eneida» (canto XII, verso 46): «Exuperat magis agrescitque medendo» (O mal piora e se agrava com o remédio). São inúmeros os epigramas que exprimem sátiras contra os médicos (e farmacêuticos), bem como contra o seu excessivo (e oneroso!) zelo que é, muita vez, encenação hipócrita de forma a convencer o doente a gastar mais dinheiro.

O poeta brasileiro Gregório de Matos Guerra (1633-1696) rimou entre outros, este epigrama curioso: «O doutor Saracura, / A curar começara; / Enquanto ele cura, / O doente não sara». O filósofo e moralista francês Montaigne (1533-1592), deve ter gasto bastantes cabedais na farmácia, pois nos seus Ensaios (livro III, capítulo XIII) escreve: «Je hay les remédes qui importunent plus que la maladie», (Odeio os remédios que importunam mais do que a doença). É possível que por causa disto tenha aparecido a conhecida história sob o título dourar a pílula, que apenas quer dizer apresentar com um aspecto agradável algo que é difícil de aceitar. Há muitos séculos, a farmacopeia usava esse engodo, embrulhando as pílulas em finíssimo e adocicado papel dourado, o que parece tornava possível engoli-las sem lhes sentir o amargo sabor.

Existe na Cultura francesa, o mais acintoso crítico de médicos e farmacêuticos: o dramaturgo e actor Jean Baptiste Poquelin Molière (1622-1673). Um personagem da peça de Molière «Médico à força», pergunta a outro de que doença faleceu um conhecido de ambos, o outro responde com esta síntese: «Morreu de quatro médicos e dois farmacêuticos.»!

No século XVIII, as hipóteses de tratamento e cura de várias doenças, compreendiam um conjunto de processos que eram verdadeiro e suplementar tormento para os enfermos. A crendice e a estupidez ainda se misturavam muitas vezes com a efectiva ciência médica, pelo que os resultados eram lamentáveis a diversos títulos.

Entre nós, portugueses, existe uma curiosa e paradigmática história sobre charlatanice “médica”. Imagine-se que durante o reinado de D. João III, certo curandeiro foi reconhecido e autorizado a praticar pelo monarca! Essa é pelo menos a convicção de António Tomás Pires (1850-1913) que, aliás, acrescenta terem sido expedidos alvarás no reinado de D. João IV que ainda reconheciam o poder de curar com palavras, referindo a propósito que no dia 13 de Outubro de 1654, foi passado documento ao soldado António Rodrigues, verificando-se que recebia 40$000 réis por ano pelas curas que havia feito e pela assistência que dava ao Exército, (in Origem de várias locuções, adágios, anexins, etc., edição póstuma de 1928).

De todos os nossos poetas, quem nunca acalentou ilusões sobre médicos, medicamentos e farmacêuticos foi o setubalense Manuel Maria Barbosa du Bocage (1765-1805). Dele possuímos algumas composições que são de uma aparente simplicidade, mas cuja graça satírica denuncia o grande poeta da língua:

                           «Certo enfermo, homem sisudo,

                             Deixou por condescendência

                             Chamar um doutor, que tinha

                             Entre os mais a preferência.

                                   Manda-lhe o fofo Esculápio

                             Que bote a língua de fora

                             E envia dez garatujas

                             À botica sem demora.

                             “Com isto (diz ao doente)

                               A sepultura lhe tapo.”

                             – “Aposto que não escapo.”».

Outra composição de Bocage, sobre prescrições médicas (vulgo receitas), é contundente e precisa:

«Pôs-se médico eminente

                                   Em voz alta a receitar:

                                   “Récipe…” (Diz) – De repente

                                    Grita da cama o doente:

                                   – “Basta, que maís é matar!”».

Num dos mais curiosos «caprichos” (desenhos) de Goya vê-se um homem no leito, pálido, exausto, talvez moribundo. Dos dois lados do catre, altivos e empertigados, dois asnos. O mais alto e soberbo, tomando o pulso ao doente, pergunta ao outro jumento: – «De que doença o faremos morrer?».
Esta sátira à mediocridade médica e à prática aberrante da medicina, encarada apenas como puro negócio, chegou a invadir a literatura infanto-juvenil, provavelmente como pedagogia de aviso para os futuros adultos. O escritor e jornalista florentino, criador dePinóquio (1883), Carlo Collodi (1826-1890), a determinado passo da sua narrativa, apresenta-nos Pinóquio a ser consultado por três médicos (um corvo, uma coruja e um grilo-falante)… O diagnóstico do corvo ficou para sempre famoso como sátira sobre o “mau” médico: «Em meu entender o fantoche está bem morto, mas se por desgraça não estivesse morto, então seria indício seguro de que está sempre vivo.»!

*

Creio que não será motivo de muita admiração, aventar que foi a literatura romântica portuguesa (2ª metade do século XIX), quem veio resgatar de sátiras e epigramas críticos a figura tradicional do “bom” médico. De quem estou “falar”? – De Joaquim Guilherme Gomes Coelho (1837-1871), aluno da Escola Médico-Ciúrgica do Porto (1855), mais conhecido pelo pseudónimo literário de Júlio Dinis, vitimado pela tuberculose com apenas 36 anos de idade. A sua curta carreira de romancista conheceu no entanto um sucesso inesperado na época, iniciado sobretudo com o romance de costumes rurais, As Pupilas do Senhor Reitor (1867), de cujo universo narrativo nos ficou para sempre a figura paradigmática do personagem João Semana, o médico dos pobrezinhos, que não levava nada pelas consultas e muitas vezes fornecia os pensos e o dinheiro para os medicamentos. Velho clínico rural, apesar da sua aparência austera e endurecida, João Semana era (é?) o exemplo do clínico bondoso e abnegado, que percorria os caminhos sinuosos do norte de Portugal para levar algum conforto às famílias pobres.

                  Imagem1  

                                            João Semana, numa interpretação do pintor José Malhoa.

 

Tendo adoecido gravemente no cantão suíço (alemão) Waad, com a doença de que havia de falecer, o poeta alemão Rainer Maria von Rilke (1875-1926), nos últimos dias de vida recusava-se obstinadamente a receber a visita dos médicos. Por vezes ficava mesmo zangado e, nessas alturas, dizia com voz enérgica:

«– Quero morrer da minha própria doença e não da dos médicos!».

Tenho para mim que os médicos são semelhantes aos generais, chegam mesmo a desempenhar um papel muito parecido. Veja-se…

Todos nós sabemos por experiência própria ou pelo conhecimento da História, como são estreitos e torpes os cérebros da maioria dos generais e, no entanto, quando um país enfrenta o perigo de guerra, todos olham para o orgulhoso agaloado como para semi-deus salvador. Porém, se acontece a guerra e esta termina na derrota, desatam a vilipendiá-lo com as mais monstruosas caricaturas e as mais vergonhosas sátiras. Se porventura o país evita o perigo de guerra ou sai vitorioso por obra e graça de tal ou tal general, eis que este é glorificado como estátua de herói!

Assim acontece com os médicos, se por um acaso de resistência do doente, felicidade no acerto da medicamentação, cuidados de saúde prestados a tempo, o resultado é a recuperação da saúde no paciente, o médico é elevado à categoria de santo milagreiro; se o desastre é o saldo final, com a morte do doente, o médico é intitulado de criminoso, mau profissional, enfim, um monstro!

Seja como for, não se pode passar sem a sua prestação mais ou menos científica e escrupulosamente profissional sobre a nossa saúde, mesmo que seja às vezes assustador para o doente o célebre provérbio: «Hipócrates diz sim, mas Galeno diz não», apesar da expressão ser apenas um dito de espírito sobre as contraditórias opiniões dos médicos… – Só é pena que as mais das vezes, o orgulho corporativista da profissão e a ambição pelo dinheiro tenham vendado o olhar, a grande soma de médicos, sobre o amor ao próximo, espatifando neles o humanismo que era suposto possuírem desde o dia do Juramento de Hipócrates!

 _______

Juramento de Hipócrates: compromisso que assumem os médicos quando se formam, no sentido de exercer a profissão dedicando-se desveladamente aos seus doentes, e respeitando o código de ética profissional. Acredita-se que Hipócrates nasceu cerca de 460-377 a. C., na ilha de Cós, no mar Egeu, também pátria de Apeles. A sua fama estendeu-se até à Ásia e Artaxerxes II, rei da Pérsia (reinou de 404-358 a. C.), mandou-o chamar para combater uma epidemia que dizimava o exército persa. Hipócrates recusou os magníficos presentes com que o monarca o queria seduzir, e respondeu ao enviado do rei que a honra o inibia de socorrer os inimigos da sua pátria.

Carlos Loures – A Viagem dos Argonautas
 

0 114

Exposição composta por 200 objetos de uso diário em alumínio, reunidos por dois designers japoneses (Seiji Onishi e Nobuhiro Yamaguchi) e o dono da galeria Keiichi Sumi. Tratam-se de utensílios de cozinha, ferramentas, móveis, brinquedos e outros objetos de designers anónimos, produzidos entre 1910 e 1960. São apresentados de forma minimalista, desprovidos de tinta ou sujidade, despidos até à sua forma essencial, apenas com o material e a forma em relevo. Com uma longa tradição de reutilização de materiais, o Japão é o primeiro país na reciclagem de latas de alumínio.
Esta atitude de respeito para com a natureza e o uso sustentável de seus recursos foi durante anos secundarizada no contexto internacional do design. No contexto atual, esta exposição ganha uma grande relevância dada a sua temática e o que pode representar como reflexão sobre o modelo de design e a preocupação económica de recursos.

A exposição “Naked Shapes” vai estar patente no Museu do Design e da Moda em Lisboa até dia 28 de fevereiro.

Curadoria de: Ayako Kamozawa

 

 

Pintar a Ideia (toda a pintura chinesa é ideológica)


Um dos novos espaços galerísticos do Porto dá os seus primeiros passos. Depois de Álvaro Siza Vieira (uma série de desenhos lindos), e do francês Hervé Di Rosa (bonecada sem os medos que tolhem os burocratas indigentes da museo-promoção indígena), é a vez de uma exposição de Manuel Casimiro, tocada, uma vez mais, pelo Oriente. Que melhor sentimento numa data que comemora os 600 anos da aventura marítima europeia, iniciada em Ceuta, no longínquo anos de 1415?

TEXTO DO ARTISTA

Pintar a Ideia – 3 momentos :

– Paisagens – o Ecrã
– Jogos
– Para além do olhar – Movimento Invisível

As Paisagens – O Ecrã

Nesta repetição de pinturas de paisagens a evidenciarem a diferença, e uma coalescência onde o presente se associa ao passado e ao futuro.
No Oriente, esta sábia, repetida, mas sempre diferente procura, que perdura ao longo de muitos séculos, privilegia a sensibilidade a harmonia.

Na imagem deste ecrã apesar de por vezes criar a sensação de verossimilhança com a realidade circundante não há a preocupação de imitar o mundo, a natureza, mas antes a de o convocar de um modo sensível, privilegiando a representação de paisagens, onde figuram montanhas (yang) e rios ou lagos, água (yin).

Como muito bem diz o filósofo suíço do século XIX, Frédéric Amiel: “Toda a paisagem é um estado de alma.”

Pintar uma paisagem é revelar a profundidade espiritual e subjectiva. Esta pintura sensível procura um consenso que reúna diferentes pontos de vista e preocupações, que sem se oporem, procuram enriquecer-se neste processo de entendimento acumulativo.

Jogos

Nesta série as pinturas seguem a lógica de obras mais antigas de 1972, 1973, numa espécie de divertidos jogos, jogos inventados pelo pintor, umas vezes absurdos, outras não, que porventura desafiam a lógica do espectador.

Para além do olhar – Movimento Invisível

Nestas pinturas o espaço/tempo adequa-se um ao outro. Aqui o presente não vem depois do passado, ou o inverso, coexiste com ele. Conserva-se a memória do passado no presente que passa, é já futuro. É um plano fixo, mas que conduz ao movimento quando se reinventa no campo próprio do acto de pensar, onde o tempo manipula a própria acção deste. O pintor reflecte a esculpir esta matéria bruta, o tempo no espaço.

Manuel Casimiro, 2014.

Ginkgo Gallery
Manuel Casimiro
17/Janeiro > 7/Março, 2015

António Cerveira Pinto-Chicote 
 

0 103

Dia 10 de Janeiro, Sábado, às 21h30, a Orquestra Gulbenkian sobe ao palco da Sala Principal do Teatro Municipal Joaquim Benite para interpretar obras de Anton Bruckner e Claude Debussy, num concerto dirigido pelo maestro alemão David Afkham.
A Sinfonia n.º 5, de Bruckner, marca um momento de maturidade criativa e de consagração do compositor no meio musical vienense, pela monumentalidade da sua escala e pela complexidade da sua escrita. Já Prélude à l’après-midi d’un faune, uma das páginas orquestrais mais célebres de Debussy, revela a presença de elementos da natureza na praxis criativa do compositor, bem como a influência da literatura, consistindo numa evocação do poema de Stéphane Mallarmé Prélude, interludes et paraphrase finale pour l’après-midi d’un faune.

 

RE-INAUGURAÇÃO DO “TEATRINHO” DO CONSERVATÓRIO NACIONAL COM “BABAR”, DIA 10 DE JANEIRO ÀS 16 H.

Numa altura em que se comemoram 80 anos soBre o “nascimento” de Babar, este espectáculo marcou também a re-inauguração do “Teatrinho” do Conservatório Nacional como sala de apresentação de espectáculos e concertos com carácter mais “intimista”.babar

“Babar – O pequeno elefante” é uma adaptação da história infantil “L’Histoire de Babar” do escritor e ilustrador francês Jean de Brunhoff, musicada pelo compositor francês Francis Poulenc.

Babar é um pequeno elefante da floresta que, ao fugir de um caçador, se encontra sozinho na cidade. Depois de muitas aventuras e amizades volta para a floresta onde se torna… Rei.

A partir de 10 Janeiro’15

sábados às 16h
domingos às 11h
Entrada: 5€ (a partir dos 3 anos)
reservas.emcn@gmail.com

Texto: Jean de Bruhnoff (1899 – 1937)
Música: Francis Poulenc (1899 – 1963)

Tradução e Adaptação: Elsa Gomes e Ruben Santos
Direcção Musical: Cândido Fernandes

Interpretação: Ruben Santos
Piano: Cândido Fernandes

Encenação: Bruno Cochat

Produção: 36|4ºDto
Fotografia/Imagem: João Vasco
Vídeo: Diogo Borges

Apoios/Agradecimentos: Escola de Música do Conservatório Nacional, Associação de Amigos da Escola de Música do Conservatório Nacional, Clube Português de Artes e Ideias, Manteigaria, Arteclip, Ana Telles, Elsa Maurício Childs.

Clara Castilho – A Viagem dos Argonautas

 

 

0 101

Manu M. é um livre caminho pela natureza da raiz natural da humanidade. Utilizando a inspiração própria Manu M. escolhe um equilíbrio entre canções que possam promover uma apropriação espiritual e meditativa. A poesia, em grande parte própria e acompanhada de instrumentos totalmente acústicos, como a guitarra clássica, a guitalele, a taça tibetana, os címbalos, os chocalhos, o pau de chuva, entre outros apelam a esta simplicidade própria da natureza biodiversa da vida. As vozes e o apelo à participação vocal de toda a audiência são também práticas de muitos dos concertos.
Por vezes geram-se rodas de energia e de sintonia que levam a uma estado de cura e partilha entre todos os seres presentes muito agradáveis e onde a alegria vinda do coração espiritual sempre pode sentir o sermos um só.

Venha visitar o Espaço Dharma, no Porto, para ver este concerto único, no dia 10 de janeiro.

 

0 98

O Alabama Gospel Choir é constituído por cerca de 30 artistas que conseguem reproduzir todo o percurso do Gospel num registo único, até às raízes desta música, que combina a parte mais visceral com a essência mais espiritual. Trata-se de um exclusivo grupo vocal de Alabama formado por grandes artistas, muitos deles nomeados e vencedores de prémios Grammy. A sua formação está historicamente ligada ao Jubilate Vocal Esemble e ao Tuskegee University’s Golden Voice Choir, reconhecidos internacionalmente.

O Alabama Gospel Choir vão atuar no palco do Coliseu dos Recreios, já no próximo dia 11.

 

A Orquestra Barroca apresenta na Casa da Música, dia 10 de Janeiro, às 18 h, na Sala Suggia, “No Tempo de Bach”

Laurence Cummings cravo e direcção musical

Huw Daniel Reyes Gallardo violinos

Filipe Quaresma violoncelo

Pedro Castro oboé

 

Programa:

Johann Friedrich Fasch Abertura em Sol

Johann Ludwig Bach Concerto para dois violinos em Ré maior

Christoph Graupner Abertura em Mi maior, GWV439

Johann Bernhard Bach Suite em Ré maior

Johann Christoph Pachelbel Canon e Giga

Georg Philipp Telemann Concerto para oboé em Dó menor, TWV51 c1

Johann Christian Bach Sinfonia concertante em Lá maior

Johann Sebastian Bach viveu entre 1865 e 1750 e é considerado o mais importante compositor do período Barroco. O maestro Laurence Cummings leva-nos ao encontro da música do seu tempo, de compositores com quem Bach conviveu ou cuja música ouviu e transcreveu. Do celebérrimo Canon de Pachelbel, professor do irmão mais velho de Bach, à música dos seus primos Johann Ludwig e Johann Bernhard ou do seu filho mais novo, imortalizado como o Bach londrino, passando por um dos concertos do seu compadre Georg Telemann, esta é uma viagem ao glorioso mundo musical com que Bach conviveu.

Clara Castilho – A Viagem dos Argonautas
 

7 A 17 JANEIRO | JARDIM BOTÂNICO DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA

Acompanhe toda a programação d’ O Teatrão no nosso site e no facebook.

Há tempo para tudo - II

O Teatrão
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Telef: 239 714 013  Telm: 914 617 383
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João Machado – A Viagem dos Argonautas
 

0 94

Os trabalhos estão expostos e podem ser visitados pelo público, todos os dias, até 11 de Janeiro 2015, entre as 10h00 e as 18h00, no Auditório Comendador Rui Nabeiro, nas instalações da Fundação “O Século”.

Já são conhecidos os vencedores do 1.º Concurso de Presépios de Natal, promovido pela Fundação “O Século”.

Após detalhada análise e ponderada avaliação dos trabalhos presentes a concurso, o júri deliberou distinguir os três primeiros classificados de cada categoria, da seguinte forma:

Categoria A

1º Prémio – Colégio Europa Cascais

2º Prémio – Núcleo  de Instrução e Beneficência de Paço de Arcos

3º Prémio – Creche e Jardim de Infância  Nossa Senhora do Acolhimento

Categoria B

1º Prémio – Salesianos do Estoril

2º Prémio – Escola Básica Integrada de Miraflores

3º Prémio –  ABLA – Associação

Os prémios e os diplomas de participação no 1.º Concurso de Presépios de Natal da Fundação “O Século” serão entregues, em breve, numa sessão pública, a divulgar oportunamente.

A Fundação “O Século” agradece a participação de todas as crianças e instituições que se envolveram, desde a primeira hora, nesta iniciativa. Todos os trabalhos estão expostos e podem ser visitados pelo público.

A exposição de todos os Presépios está patente no Auditório Comendador Rui Nabeiro, na Fundação “O Século”, e pode ser visitada até 11 de Janeiro de 2015, entre as 10h00 e as 18h00.

 

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São dezenas de grupos tem percorrido as freguesias do concelho de Almada desde dia 4 de janeiro, e que continuaram até dia 10, cantando as Janeiras em celebração dos costumes e tradições.
Em Almada, os grupos corais e musicais do concelho, cantam as Janeiras, percorrendo igrejas, instituições de solidariedade social, equipamentos culturais e outros locais de convívio comunitário das diferentes freguesias.

Nos dias 9 e 10 de janeiro, o Solar dos Zagallos, na Sobreda, recebe todos os grupos participantes para que tornem a cantar as boas-novas para todos os que os queiram receber.

 

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Estrearam-se em Lisboa, em Setembro de 2012, e desde então têm conquistado públicos por toda a Europa e América do Sul. Considerados exímios na arte do sapateado e da percussão, que conciliam com o hip-hop e a acrobacia aérea, os Tap Factory são já uma referência no mundo do espectáculo.
Prepare-se, assim, para assistir a uma nova arte de sapatear, com um grupo de artistas excelentes que vão criar um ritmo frenético dias 17 e 18 de Janeiro no Centro Cultural de Belém em Lisboa.
Em Tap Factory o mundo do sapateado ganha contornos de modernidade e faz-se ao som do hip-hop e da percussão. A energia é contagiante e quebram-se todas as ideias pré-concebidas sobre a arte de sapatear. Esqueça os smokings ao estilo de Fred Astaire e os bailarinos que quase só se mexem da cintura para baixo. Este é um espectáculo cheio de modernidade, que se aproxima mais de uma dança de rua do que de uma dança de salão.

Poderá também assistir a este espetáculo imperdível dia 15 deste mês no Coliseu do Porto.

 

Dia 7 de Janeiro, às 18,30, pode assistir a um Recital de Canto e Piano, na Sala dos Espelhos, com entrada livre.

Programa

Ernesto Hallfter (1905-1989)

das Seis canciones portuguesas

Ai que linda moça

Escolher noivo

Don Solidon

Água do rio que lá vai

 Manuel Ivo Cruz (1901-1985)

das Canções Sentimentais

Esta palavra saudade

 Joaquín Turina (1882-1949)

dos Tres poemas op. 81

Olas Gigantes

 Joaquín Rodrigo (1901-1999)

Romancillo – por mayo era

 Hugo Wolf (1860-1909)

do Spanisches Liederbuch

Ach, im Maien war’s

 Fernando Lopes-Graça (1906-1994)

da Guirlanda para Federico García Lorca – Dez canções populares espanholas

El Zarandeo

La barca de Oranda

Cuando sales al campo

Arrorro, mi niño

Dicen que ya no me quieres

Alma Ibérica

Inês Simões – Canto

Mestre em Artes – Estudos Vocais Avançados pela Wales International Academy of Voice, onde estudou com Dennis O’Neill. Mestre em Música – Canto pela Guildhall School of Music and Drama, onde ganhou o Tracey Chadwell Memorial Prize. Participou no curso Opera Works da English National Opera. É também licenciada pela Academia Nacional Superior de Orquestra. Participou em numerosas masterclasses com cantores, pianistas e maestrosde renome internacional, como Kiri Te Kanawa, Richard Bonynge ou Graham Johnson. Ganhou o 3º lugar do Prémio Jovens Músicos 2010 e o 2º lugar no Prémio José Alegria em 2008.

Em ópera, trabalhou com os maestros Paul McCreesh e João Paulo Santos, os encenadores Figueira Cid e Fernanda Lapa, e ao lado de cantores como Michael Chance e Gilles Ragon. Apresentou-se em várias cidades do país e no âmbito do projecto europeu ENOA (European Network of Opera Academies) nos papéis de Rita (Rita Donizetti), Clarice (Il Mondo della Luna Haydn), Contessa (Le nozze di Figaro Mozart), Susanna (Il segreto di Susanna Wolf-Ferrari), Bastienne (Bastien und Bastienne Mozart) entre outros.

Inês Simões apresenta-se regularmente em recital e é uma grande entusiasta de música contemporânea, destacando-se um concerto dirigido por Magnus Lindberg no Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, com novas obras compostas para a sua voz. Cantou para o Oxford Lieder Festival, Song in the City Concert Series, Barbican Hall, Barbican Pit, Arcola Theatre, Tête-à-tête Festival, Sadler’s Wells, London Coliseum, British Museum, Millennium Centre, BBC Radio 3 In Tune e Antena 2. Em oratória, estreou-se no Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian em Solomon de Handel, cantando ao lado de Iestyn Davies. Participou ainda em obras de Marcos de Portugal, Rossini, Schubert, Rutter e Orff.

Daniel Godinho – Piano

Nascido em Lisboa, Daniel Godinho estudou na Academia Nacional Superior de Orquestra, onde foi aluno de Alexei Eremine. O seu interesse pela música vocal levou-o a frequentar as International Lied Masterclasses no Conservatorium van Amsterdam e a Deutsche Lied Akademie em Trossingen. Tem tido oportunidade de se aperfeiçoar com importantes músicos como Rudolf Jansen, Axel Bauni, Eugene Asti, Udo Reinemann, Jan Philip Schulze, David Selig, Sarah Walker, Marta Gullyas, entre outros.

Acompanha regularmente vários cantores portugueses da nova geração e desenvolve um trabalho contínuo com o soprano Inês Simões, explorando um repertório de canção muito abrangente. Colabora também com vários coros, nomeadamente o Coro Gulbenkian.

Foi pianista acompanhador no Instituto Piaget e na Escola Superior de Música de Lisboa e é actualmente professor na Escola de Música do Conservatório Nacional. Tem acompanhado em concursos importantes, como o Prémio Jovens Músicos, o Prémio de Interpretação do Estoril e o Concurso de Canto Lírico da Fundação Rotária Portuguesa. É, desde 2009, acompanhador do Festival Vocalize, em Almada.

Daniel Godinho apresentou-se como pianista em Portugal, Espanha e Holanda, e em importantes eventos tais como o Festival Internacional de Música de Mafra, o Festival das Artes de Coimbra, o Festival CisterMúsica de Alcobaça e em diversos concertos para a Antena 2.

Clara Castilho – A Viagem dos Argonautas
 

0 101

O Centro Cultural Olga Cadaval recebe o grande concerto de ano novo com os “The Original Johann Strauss Orchestra”, no próximo dia 9 de janeiro, pelas 21h30.
Antes de irem para as grandes salas de concertos e de serem transmitidas por televisão a todo o mundo, as valsas eram interpretadas por orquestras de câmara e tocavam-se nas mais elegantes salas dos palácios, para uma distinta aristocracia e burguesia, ávidas dos êxitos de Strauss.
É precisamente esse espírito que pretende recuperar The Original Johann Strauss Orchestra com o seu Grande Concerto de Ano Novo.

Esta prestigiada formação composta por cerca de 30 músicos, leva a toda a Europa a essência da música de Strauss.

 

Um pouco por todo o lado, os actores do Grupo de teatro “Crinabel”. Continuam a apresentam, neste novo ano, a sua peça “”A Cantora Careca” de Ionesco.

– Dia 17 de Janeiro – A Cantora Careca, a partir de Eugene Ionesco – Teatro Municipal de Torres Vedras – das 21.30 às 22.45.
– Dia 19 e 20 de Janeiro – Laboratório Teatral – CERCISIAGO (Sines)
– Dia 21 de Janeiro – “ A importância da Educação Artística” – Comunicação (Melgaço)
– Dia 23 de Janeiro – “A Cantora Careca” – Auditório Municipal de Albufeira 
– Dia 27 de Março – “A Cantora Careca” – Auditório Municipal de Penela 

 

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Clara Castilho – A Viagem dos Argonautas
 

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Um percurso cronológico que começa nos espectáculos de sombras e na sua relação com o cinema, passando pelas lanternas mágicas e por todos os inventos que, nos séculos XVIII e XIX (e até aos começos do século XX), foram animando imagens, permitindo criar ficções a partir da ilusão do movimento.
É uma exposição didáctica, lúdica e interactiva, composta por várias réplicas dos objectos mais significativos que contribuíram para a descoberta do cinema, dando ao público a possibilidade de interagir, conhecendo o seu funcionamento e a sua importância histórica.

Pode ver esta exposição na Cinemateca Portuguesa até finais de março do presente ano.

 

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Alexandre Mascarenhas, Cristina Pereira Pedro e Francismar Lopes de Carvalho receberam nos finais do mês passado, o Prémio Científico Casa da América Latina/Banco Santander Totta 2014. A cerimónia realizou-se no edifício-sede do Banco Santander Totta, em Lisboa, e contou com a presença e intervenções de Fernando Medina, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, de Luís Bento dos Santos, Administrador do Banco Santander Totta e Vice-Presidente da Casa da América Latina (CAL), e de Manuela Júdice, Secretária-Geral da CAL.
O Administrador do banco Bento dos Santos referiu as 86 candidaturas desta edição do prémio e afirmou que este “consolida-se todos os anos”, desde que foi instituído. O Prémio Científico Casa da América Latina/Santander Totta visa distinguir dissertações de doutoramento realizadas por candidatos latino-americanos ou portugueses, que desenvolveram trabalhos científicos de interesse mútuo para Portugal e a América Latina.

Cada vencedor recebe um prémio pecuniário de 5.000 euros. Saiba mais sobre o prémio visitando o website oficial da CAL.

 
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