Destaques

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por John Wolf, em 04.08.17

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Quase todos conhecem o adágio – a história não se repete, mas por vezes rima. No entanto, penso que não se aplica ao seguinte enunciado. Quando Reagan lançou a Strategic Defense Initiative em 1987 (SDI, conhecida por Guerra das Estrelas) não seria um objectivo premeditado pôr de joelhos economicamente a União Soviética, mas de facto a corrida ao armamento que se seguiu acabou por ditar a ruína do império soviético e a mudança de sistema e regime políticos. A administração Trump, que “alega” ingerência russa no processo eleitoral norte-americano, riposta aplicando sanções à Rússia de Putin, como se tal ferramenta de política externa pudesse de algum modo repôr os pratos da balança da justiça, castigar economicamente a Rússia e enfraquecê-la mortalmente. Enquanto essas ferroadas são administradas, o sistema judicial dos EUA avança com a investigação a eventuais fugas de informação classificada para o domínio e controlo de oficiais russos, assim como a averiguação dos contornos das reuniões havidas entre Trump Jr. e advogados russos em 2016. Tudo isto, combinado numa aura de grande suspeição e incerteza, levanta algumas questões do foro patriótico. Fala-se, nos corredores de Washington, a cada dia que passa, de indícios de traição e lesa a pátria. Putin, que havia sido nomeado como “mandatário” de Trump, estará a pensar duas vezes à luz da imprevisibilidade comportamental do presidente americano. Ou seja, se de facto mexeu cordelinhos para auxiliar a sua eleição, também o poderá fazer para que Trump seja removido. Em todo o caso, os próprios norte-americanos já começam a invocar o enquadramento constitucional da 25ª Emenda que estabelece o modo e as condições que levam à substituição do seu presidente. Sim, a coisa está feia. Ou pouco bonita – conforme as preferências ideológicas. Veremos então se Putin “deselege” Trump.

créditos fotográficos: CNBC

 

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Na série de divulgação do Manifesto POR UMA DEMOCRACIA DE QUALIDADE, republicamos este artigo de José Ribeiro e Castro, hoje saído no jornal i.

O sistema eleitoral misto, também designado “representação proporcional personalizada”, é o que vigora na Alemanha desde o pós-guerra, com excelentes resultados. O modelo de reforma do nosso sistema eleitoral tem de ser por aí.

O Bundestag

Hiper-mega-geringonça, uma ova!

Nas jornadas parlamentares do PSD, em fim de Maio, a reforma do sistema político e eleitoral foi um tema em debate. Boa escolha, maus os ecos.

Um dos mais sonoros foi a afirmação do deputado Luís Montenegro, ainda líder parlamentar, a denegrir um sistema misto que, garantindo a proporcionalidade da representação parlamentar, contivesse círculos uninominais, em que os eleitores escolhessem directamente o seu deputado. Fustigou Montenegro: “É impossível governar Portugal com 100 deputados ‘limianos’. Isso parecerá não uma geringonça, mas uma ‘hiper-mega-geringonça’”.

O sistema eleitoral misto, designado também “representação proporcional personalizada”, é o que vigora na Alemanha desde o pós-guerra, com grande sucesso e excelentes resultados na óptica da qualidade da democracia. É o sistema que facilitou a integração política de toda a Alemanha após a queda do muro e a reunificação, garantindo, com grande plasticidade, a evolução do sistema partidário, sem sobressaltos. Com metade dos deputados eleitos de modo uninominal e a outra metade em listas plurinominais, existe sempre um Bundestag rigorosamente proporcional, com justa representação das correntes políticas, dos cidadãos e do território. Não há “limianos”, uma das mistificações mais tolas do nosso debate político, superficial e leviano. É o sistema que tem assegurado a tranquila governabilidade do país desde o final dos anos 1940; enquadrou a reconstrução da Alemanha e um invejável grau de desenvolvimento; fomenta o diálogo e a concertação política, tendo, ao longo de sete décadas de boas provas, gerado, democraticamente, ora maiorias de sentido diferente, ora coligações interpartidárias de diversos matizes. É um dos pilares da grande maturidade e solidez política da Alemanha. Vamos poder seguir de novo essa realidade a funcionar nas eleições alemãs de 24 de setembro próximo. Nada como ver.

A única crítica que o sistema alemão merece é a cláusula barreira de 5%: nenhum partido pode eleger deputados, se não tiver um mínimo de 5% – e algumas vezes, na verdade, partidos historicamente importantes, como os liberais do FDP, ficaram arredados do Bundestag por causa desse travão. Ainda assim, o sistema partidário alemão não é concentrado: tem cinco a sete partidos representados no Bundestag, como nós; e uma proporcionalidade de assentos parlamentares frequentemente mais próxima da proporcionalidade da votação do que na nossa Assembleia.

Essa regra dos 5%, porém, é inconstitucional e inaplicável em Portugal. Na Associação Por uma Democracia de Qualidade, chamamos mesmo a atenção para que, em Portugal, por via da matemática, é pior: em Portalegre, por exemplo, quem não tiver 30% não elege ninguém; e vários círculos há em que é preciso mais de 15%, ou 20%, ou 25%, para eleger 1 deputado. Por isso, na linha do Manifesto Por uma Democracia de Qualidade, defendemos que, além de uma reformulação dos círculos territoriais, tenhamos, no topo do sistema, um círculo nacional de compensação, que corrija, de forma ainda mais justa, as distorções que possam ter sobejado do escrutínio uninominal/plurinominal no patamar territorial (distrital/regional). Ou seja, defendemos um sistema de tipo alemão, melhorado.

Tudo isto é possível no quadro constitucional. Podemos até dizer que a Constituição aponta para aí, pois a Constituição não abre portas para continuarem trancadas. Em 1989, a revisão constitucional permitiu a criação de um círculo nacional – ficou tudo na mesma. Há 28 anos! Em 1997, além do círculo nacional, a revisão constitucional permitiu “a existência de círculos plurinominais e uninominais, [em] complementaridade, por forma a assegurar o sistema de representação proporcional” – e tudo na mesma ficou. Há 20 anos!

Ou seja: o sistema que tanto choca o deputado Luís Montenegro é nada mais, nada menos do que o modelo constitucional por cumprir – basta ler o artigo 149º da Constituição. E o mais curioso é que o PSD já o defendeu, havendo apenas a lastimar que o metesse no lixo, em vez de aperfeiçoar ideias e convergir com outros para a reforma necessária. Luís Montenegro criticava a ideia de Rui Oliveira e Costa, convidado às jornadas parlamentares, o qual defende um círculo nacional com lista plurinominal de 100 deputados e, no Continente, 100 círculos uninominais. Ora, em 16 de Março de 1998, o PSD apresentou, na Assembleia da República, na esteira imediata da revisão constitucional de 1997, o Projecto de Lei n.º 509/VII, que propunha um círculo nacional com 85 deputados e, no Continente, 85 círculos uninominais. Exactamente a mesma coisa! A única diferença está no número, pois Oliveira e Costa aponta para uma Assembleia com 215 deputados e o PSD queria-a com 184.

Não defendemos esta proposta concreta por outras razões. Mas o modelo de reforma é por aí. E um líder parlamentar não pode ignorar ou caricaturar a história do seu partido. Quem eram os hereges do PSD que, ao subscrever o Projecto n.º 509/VII, propunham um quadro perpétuo de “hiper-mega-geringonça”? Leiam com atenção por favor quem eram os “limianos”: Luís Marques Mendes, Luís Marques Guedes, Carlos Encarnação, Barbosa de Melo, Carlos Coelho e Manuela Ferreira Leite – tudo figuras de peso, incluindo dois ex-líderes. E Guilherme Silva chegou a defender, nos debates, círculos uninominais também nas Regiões Autónomas. E esta, hein?

Deplorável é que este projecto, assim como a proposta de lei do Governo, ficassem pelo caminho, numa das mais funestas sessões parlamentares da nossa história democrática: a sessão plenária de 23 de Abril de 1998. Aí morreu a ansiada reforma eleitoral. Morreu de morte macaca, como diz o povo. Morreu, por desconversa intencional. Morreu, pela obsessão da redução brutal do número de deputados. Morreu, por fingimento, sabotando. Foi um debate na generalidade que matou uma reforma fundamental. Uma discussão para envergonhar os desconversadores de serviço – fizeram Portugal perder 20 anos.

Nas mesmas jornadas, o deputado Carlos Abreu Amorim também manifestou reservas, na linha de Montenegro, dizendo “ter muitas dúvidas de que, com deputados eleitos por este sistema, o Governo PSD/CDS tivesse conseguido ultrapassar os ‘anos de chumbo’ da troika.” Está a ver mal. A realidade é diferente. Na Alemanha, está lá Schäuble; e, bem antes, Schroeder pôde fazer todas as reformas imperiosas, logo a seguir à reunificação. Se tivéssemos um sistema eleitoral assim, verdadeiramente representativo e com deputados personalizados, provavelmente nunca teríamos tido a troika – não seria precisa. Não teríamos chegado ao precipício da falência, nem teríamos caído no pântano de corrupção em que nos atolámos e nos rouba a dignidade, o ânimo e as poupanças. Problema real é o nosso decadente hiper-mega-pântano, onde tudo amocha e que engole tudo, nada representa, ninguém acredita.

Como o meu colega Fernando Teixeira Mendes já criticou nestas páginas há algumas semanas, não há “hiper-mega-geringonça” de espécie alguma. Pelo contrário, o que haveria seria uma alameda de refrescamento, amadurecimento, recuperação e revitalização da democracia, devolvida à vontade e à escolha dos cidadãos.  

Temos mesmo de começar a construir a agenda da IV República. Portugal não pode continuar adiado.
.
José RIBEIRO E CASTRO
Advogado
Subscritor do Manifesto “Por uma Democracia de Qualidade”

NOTA: artigo publicado no jornal i

 

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Vlad
Reparei agora que já saiu no anterior Pensamento da Semana a minha resposta à sua pergunta: “Quanto a Leis, em que ponto estamos na Teoria Final?”

Para não pensar que não lhe dei importância, apesar de eu nem sempre voltar atrás mas, desta vez, como o Debate foi tão grande, quiz confirmar se ainda haveria alguma dúvida, juntando no meu comentário, a resposta a si e ao João André.

http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/pensamento-da-semana-9426794

Quanto aos ditadores cairem de maduros como se espera que caia o Maduro, concordo consigo, caiem Ditadores mas não as Ditaduras.
Basta reparar que em todas elas, o povo não tem direito a possuir armas para se defender do próprio Estado, como está especificado na Constituição americana.
E, enquanto os ditadores, caiem e não caiem, o povo vai morrendo entre as balas do Estado e as dos gangues de bandidos armados (cuja lei nunca evitará possuírem armas) e, podemos chegar à conclusão que quem se lixa será sempre a maioria, a gente boa que nunca fez mal a ninguém e que, nunca, será realmente Livre, nem sequer para se defender. Ficando mais escravos que os próprios bandidos mas, isto, sou eu, novamente, a … “epicurar”

“Se queres a verdadeira liberdade, deves fazer-te servo da filosofia” – Epicuro de Samos

 

A Culpa é Sua, Minha e de Nós Todos que nunca quisemos, sequer, pôr a hipótese de ser verdadeiramente Livres (excepto um curto e bem localizado fenómeno, no espaço e no tempo, onde quem fugia da Europa, chegava à América, não para receber subsídios mas, para poderem ser, realmente Livres, para conduzir o seu próprio Destino, a única época áurea na economia americana porque, mal foi criado um Governo Federal, a seguir apareceram uns “Eles” e, espero que não pense em filmes de cowboys de Hollywood, outra criação de uns “Eles” e, nem confunda, esforço próprio recompensado, com submissão para, com a preguiça aceitar ser dependente). Mas o melhor é resumir porque, aqui, podia dar-lhe a explicação do economista Milton Friedman que, numa das suas Conferências, explicou esse pormenor, tão importante porque, hoje em dia, nem sequer temos um comércio livre de troca de bens, chamando capitalismo àquilo que não passa de uma “Oligarquia” de Corporações a nível Global mas, as Palavras, estas, até vão mudando de significado para melhor nos controlarem, o “Eles” a quem demos sempre poderes que não temos e, entre monarquias, ditadores, grupinhos caseiros ou, presentemente, um Grupo bem específico internacional que, ao longo do tempo, apenas se aproveitou do Conhecimento de como funciona a Mente Humana. A Natureza sempre teve o suficiente para nós todos mas, quando 8 têm a riqueza equivalente a 3,6 biliões de pessoas, há algo que está, definitivamente, muito errado.

Portanto, temos apenas o Resultado, Causa/Consequência do que se escolhe e do que deixamos que nos façam, em vez de cada indivíduo ser responsável e responsabilizado pelas suas próprias escolhas e acções, na construção da sua própria Vida, nesta Realidade ou Dimensão, onde só teríamos as únicas Leis que a Natureza nos impõe, as únicas Verdadeiras e iguais para todos, em que somos carne e espírito, usando aquilo com que todos nascemos, Consciência Moral e Livre Arbítrio (todos sabemos a diferença entre certo e errado e, se não soubermos a Vida ensina, através das consequências) mas, começam imediatamente a moldar-nos desde a nascença, com conceitos pré-definidos, sejam Culturais, Religiosos ou Políticos, todos eles moralmente relativos e com verdades relativas e, em vez de se Ser e, assim, crescer individualmente, aprendendo a Tolerância em vez de obediência e, sempre obrigados a escolher, uns amos que controlem as nossas Vidas, na ilusão de que, um dia, podemos ter a sorte de escolher uns amos bonzinhos mas, ao dar esse Poder e Direitos que não temos, como o de controlar outro Ser Humano, mais cedo ou mais tarde, esse Poder atrairá os piores entre os piores que, só assim, conseguem ter mais poderes que Todos os outros (kakistocracy)

Parece confuso mas não é e, quem tem filhos até sabe intuitivamente que não pode controlar as suas escolhas para poderem ser eles a encontrar a sua própria Felicidade e, se transpuser esse conceito de… carinho ou empatia alargada aos restantes Seres Humanos, serem donos de si próprios, sem querer impôr nada, só desejando que, nesta breve passagem, cada um, consiga encontrar a sua própria Felicidade, crescendo, aprendendo com sucessos e fracassos mas, para isso, só o podem conseguir, como Seres Livres e não com a mentalidade de escravos ou com medos a qualquer coisa, em que precisem de um amo externo a si próprios.

Se queremos um Mundo melhor, ele tem de começar a ser construído nas ideias, nunca em trocas casuais do mesmo de sempre mas, pensar num Paradigma completamente diferente porque, este, está mais que visto que não resulta porque esquecemos o mais importante, Liberdade verdadeira de Escolher e de Ser.

Já há muitos a pensar, a questão é ultrapassar os nossos Egos e, pelo menos, ouvir outros que pensam “fora da caixa” e, ficar a meditar no que se ouve e, com todos, passar para um plano intermédio de Referendos, coisa que a nós nem permitiram, caso raro na U.E.
Quem hoje nos controla, já por aqui expliquei e, cidadania sem Liberdade, é uma fantasia ou mera ilusão.
Vídeos, entre todos, no mínimo dois e, o último, até ao fim… 2 vídeos “fora da caixa”:

https://www.youtube.com/watch?v=0k4pXwmis7A
The Myth of Authority (Video Contest Winner)

https://www.youtube.com/watch?v=_8e41iXn4qI
Mark Passio – Street-Wise Spirituality – St. Louis, MO

 

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por Pedro Correia, em 04.08.17

«Depois de quase dois anos de arenga política, a Assembleia Municipal de Lisboa foi incapaz de aprovar um regulamento do arvoredo da cidade. Hilariante. Não deixa de ser absurdo que o executivo que gasta milhões em novos espaços verdes seja incapaz de criar um regulamento definitivo. Ou seja, para fazer novos jardins (e eu acho bem), tudo às mil maravilhas, para gerir os espaços verdes que fazem parte da cidade há decadas, ah, isso entrega-se às juntas de freguesia e cada uma faça o que entender. (…) A verdade é que desde que as juntas passaram a tutelar estas matérias os lisboetas assistem ao abate, à poda selvagem e ao abandono de árvores.»

Edgardo Pacheco, hoje, no Correio da Manhã

 

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A incrível garrafa de vinho de mais de 1650 anos que nunca foi aberta

O vinho é uma das bebidas mais antigas do mundo, e até hoje é um sucesso de público, com entusiastas empolgados dispostos a pagar fortunas por uma garrafa especial.


São incontáveis milhões de pessoas apaixonadas pelo vinho, e como cada região pode produzir um vinho diferente devido a fatores climáticos, tipos de uvas, etc, a bebida sempre apresenta características diferentes e marcantes.

Garrafa de vinho mais antiga do mundo - Romerwein - Img 1

Mais do que isso, quanto mais envelhecido o vinho, mais valorizado… mas o que dizer de uma garrafa de vinho produzida há mais de 1650 anos, e que nunca foi aberta?


Sim, como você poderia imaginar, o preço de uma garrafa assim é incalculável, além de seu valor como artefato histórico.

A garrafa de vinho mais antiga do mundo ainda fechada foi encontrada na cidade alemã de Speyer. Ela é conhecida como “Römerwein” e faz parte da coleção do Museu Histórico de Speyer.

moedas mais raras do Real

Pesquisadores afirmam que a garrafa exista desde o século quatro, e que o vinho que ela contém tenha sido produzido entre os anos de 325 e 359 d.C. A embalagem, que pode acomodar cerca de 1,5 litros da bebida, foi encontrada no túmulo de um nobre romano na Alemanha.

A essa altura você deve estar se perguntando: -“Mas será que esse vinho é gostoso afinal? Qual seria seu sabor?”

Garrafa de vinho mais antiga do mundo - Romerwein - Img 2

Bem, nós lamentamos informar que, provavelmente, nunca saberemos se esse vinho é (ou era) bom mesmo, até porque a garrafa permanece selada com sua rolha grossa original, feita de cera e azeite.

Os pesquisadores acreditam que abri-la agora só iria danificar ainda mais seu conteúdo que, depois de mais de 1600 anos, já não deve estar em boas condições e nem deve ser consumido…


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Pets animais de estimação mais estranhos - Capa

Animais de estimação são muito comuns, afinal quem não tem um cachorro, um gato ou pelo menos conhecem alguém bem próximo que tenha um animalzinho?


Existem também muitas pessoas que gostam de se destacar e resolvem adotar alguns animais exóticos, como cobras, lagartos, aranhas, etc…

Animais de estimação

Mas muito além de qualquer comportamento exótico, algumas pessoas conseguem se superar e simplesmente possuem em casa um animal muito, mas muito exótico mesmo, daqueles que são capazes de surpreender mesmo o mais experiente biólogo!


Não que essas pessoas simplesmente resolveram comprar um animal exótico (e caríssimo): em muitos casos vemos que algumas pessoas não tiveram escolha e apenas tentaram ajudar algum animal abandonado…

De qualquer forma você não pode perder nossa superlista dos animais de estimação mais bizarros e exóticos do mundo!

Capivara

Pets bizarros - Capivara

Não nos pergunte onde essa senhora consegue banhar sua capivara, mas pela cara das 2 essa amizade vale a pena!

Leoa

Pets bizarros - Leoa

Essa senhora é muito corajosa mesmo! E pro bem dela esperamos que sua leoa esteja sempre bem alimentada…

Tigre

Pets bizarros - Tigre

Haja coragem pra passar a noite ao lado desse tigre de estimação… você se arriscaria?…

Girafa

Pets bizarros - Girafa

Pelo menos a atividade de alimentar a girafa nem é tão difícil, e com esse pescoção nem precisa sair de casa!

Bisão

Pets bizarros - Bisão

Quem poderia imaginar ter um bisão dentro da sala de casa? E repare que a casa nem é tão grande… mas quem gosta de bicho sempre encontra um jeitinho!

Hipopótamo

Pets bizarros - Hipopótamo

Já pensou ter um hipopótamo como bichinho de estimação? Pois esse senhor assumiu os riscos e arrumou até um colchão pro bichinho…

Hiena

Pets bizarros - Hiena

Elas têm fama de serem fedorentas, mal-humoradas, oportunistas ao extremo… mas mesmo assim sempre tem uma pessoa de grande coração que resolve adotar uma hiena abandonada. Vai dizer que não é um belo exemplo?


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Volto ao meu tema recorrente nestes últimos tempos do diz que diz, e depois diz outra coisa. E desaparece e volta a aparecer. E permite e promove declarações “sabe Deus”, como aquela do CEMGFA, sobre a sucata. Anda a calar Marcelo, ou então Marcelo é mesmo assim. Mas porque volto a Costa? Eu explico. É mesmo para ateu não crer, ou não querer, depende da perspectiva.

Primeiro era a tanga. Depois da fuga veio o período socrático. Fartança. Passos veio a seguir e começou a  reconstruir Portugal, depois de tanto desgoverno e de bolsos de muitos a encherem-se sob uma a justiça low profile, isto é, com dois pesos e duas medidas.

Com Passos tivemos pois que apertar o cinto. Ao fim de um Governo de medidas austeras porque necessárias, mesmo assim ganhou as últimas eleições. Mas, diz quem diz saber, não chegava para governar. Marcelo dá o Governo a um PS que inventou, em conjunto com gente interessada, a famosa geringonça. E agora, expliquem-me, todos os dias dizem-me que – e apesar das recentes tragédias causadas por um governo em férias – as nossas vidas estão uma maravilha. Como se consegue uma coisa assim?

Eu sei que quem decide as eleições são os bolsos. Todos os dias oiço que vão aumentar as reformas, os subsídios, que vamos ter mais não sei quantos hospitais. Coisas boas.  E as coisas que não funcionam e que prometem que a casa um dia destes vem outra vez abaixo? Não, não sou desmancha prazeres. Sou é a favor de muitas vezes ter que fazer o que não gosto, quando é preciso. Detesto sim a mentira, a imparcialidade, o mau gosto e a falta de carácter. E que estraguem o meu país, a vida das pessoas.

Desmintam-me: caminhamos de ilusão em ilusão, para um Portugal virtual, ou a curto prazo, verdade? Quem não quer por mão nisto? Costa virá abaixo, um dia. Entretanto goza na minha cara. E na sua? 

 

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Fonte: Gráfico 1, Inquérito ao Emprego e Quadros de Pessoal, valores actualizados a preços de 2016; Gráfico 2: Inquérito ao Emprego (INE), desemprego em sentido lato (milhares) = desemprego oficial + subemprego + inactivos que querem trabalhar

Qual dos dois gráficos explica o outro? 

1) O desemprego está a cair porque os salários estão a baixar? Menores encargos salariais e de despedimento aumentam a margem das empresas para contratar mais mão-de-obra de baixos salários. E, por isso, deve adoptar-se todos os dispositivos legais que impeçam os salários de subir; 

2) Ou os salários estão a cair porque o desemprego nunca atingiu tanta gente? Ainda há um milhão de pessoas por empregar. Isto sem contar com a emigração. E isso quer dizer que os salários apenas subirão quando se absorver este desemprego crónico, que se prolonga há década e meia, reduzindo o potencial económico de Portugal, degradando as suas contas orçamentais e da Segurança Social e contaminando o nosso futuro ao empurrar para fora jovens especializados que apenas encontram empregos de baixos salários.    

Claro que o aumento da margem de exploração das empresas contribui para um maior investimento. Mas essa subida até poderia ser maior se os trabalhadores fossem escravos.

Ou seja, por alguma razão essa não é uma opção aceitável: há limites à lógica de redução das condições laborais. Mas nesse caso, até onde se está disposto a prescindir de civilização? Será pois vantajoso – porque já nem se fala de justiça – que o emprego cresça, mas os salários desçam, em vez de subir? Como é possível que, mesmo numa conjuntura de recuperação, os trabalhadores não ganhem com isso? Como é possível viver sem revolta a velha máxima “é melhor ter um emprego mal pago do que estar no desemprego“, que cria um falso dilema: coloca em cada trabalhador o fardo da responsabilidade, da culpa e do dever submisso, deixando incólume os excedentes das empresas e o papel das empresas em sociedade. E do Estado.

precariedade contamina cada vez mais os ditos trabalhadores “protegidos”, fragilizando vínculos contratuais, mesmo para os contratos permanentes de quem já tenha emprego, reduzindo salários, degradando vidas, envelhecendo populações por incapacidade desta de se rejuvenescer, ou de se renovar. 

Isso só acontece porque se abraçou há décadas uma lógica que defende “quem cria emprego são as empresas“. E essa lógica aceita – e a palavra é mesmo essa – que haja ainda um milhão de desempregados a exercer uma efectiva pressão sobre os assalariados.

Como é possível que um conceito que é uma degradação social, tenha uma forma de expressão tão civilizada, sem que as campainhas toquem?

É possível porque tudo foi propositado. Tudo foi pensado para ter este efeito. Vem da teoria seguida. Uma teoria errada.

As medidas de legislação laboral que têm vindo a ser progressivamente adoptadas – e que tiveram o seu ponto mais alto em 2012 – visaram desvalorizar os salários e aumentar a competitividade externa num contexto de uma moeda única, tal como pediram sempre o FMI e a Comissão Europeia. E os salários desvalorizaram.

E isso foi possível porque o desemprego (em sentido lato) não parou de subir, fruto das medidas recessivas. Mesmo que não comparáveis estatisticamente com os anos anteriores a 2011, atingiu quase 1,5 milhões de pessoas em 2013! Vítor Gaspar fugiu a 1/7/1013. Paulo Portas também quis a 2/7/2013, mas foi forçado a voltar. Desde então e por razões que importaria desenvolver, a situação inverteu-se. Mas não suficientemente. E resta saber se alguma vez recuperará o nível de 2008. 
Estas medidas tiveram um outro objectivo não colateral: quebrar o poder sindical. Fosse pela asfixia financeira, fosse pela retracção do seu poder através da contratação colectiva. Isto poderá parecer uma má-fé, mas faz parte integrante da teoria neo-clássica: reduzir ao máximo os atritos que impeçam o “preço” do salário de se fixar no nível de equilíbrio da oferta e da procura (ver artigo do Diogo Martins no Livro dos autores do Ladrões de Bicicletas, “Economia com todos”, Relógio de Água, 2017). Se a procura de trabalho é muita, a oferta pode reduzir o seu “preço”. 
A desvalorização do Trabalho é uma política que auto-gera desvalorização: ao ser uma medida recessiva, impede o emprego de crescer e mantém um certo nível de desemprego que impede os salários de subir. 

1) Se estão desempregados, dificilmente recuperarão a sua vida social anterior. Quem olhar para esse desempregado numa entrevista, verá um ser humano subjugado, quebrado no seu orgulho, na sua auto-estima, pronto a quase tudo. E cada dia que passar é mais um dia que tornará mais difícil o seu regresso à integração social. Esta é uma sociedade doente.  

Era forçoso recolher relatos dessa vida doente, para que todos nos apercebamos onde estamos metidos. 

2) Se estão empregados, a sombra do desemprego fá-los aceitar condições contratuais mais degradantes, os prazos mais apertados para cumprir tarefas permanentes, os contratos mais temporários, as transferências entre empresas que o Código fo Trabalho permite, os trabalhos qualificados pelo salário de um indiferenciado, estágios rotativos como forma de baixar salários e, na realidade, gerando conflitos entre trabalhadores para apanhar o posto diário no lodo do cais. 

O racional da política seguida favorece a exploração desenfreada. E as suas consequências desastrosas vão ao encontro de uma certa agenda, não nacional.

A desvalorização do Trabalho divide a esquerda nacional (e isso interessa à filosofia dominante europeia), prejudica o equilíbrio da Segurança Social (facilitando agendas a sua privatização fomentada pela UE), força a emigração de mão-de-obra qualificada para o centro europeu (que nada pagou para a sua formação), acaba por reduzir o crescimento económico possível e isso mantém a economia portuguesa sob uma trela de dependência externa. 

A precariedade é, pois, uma manifestação de exploração humana que prejudica a vida das pessoas e do país, é uma política económica que prejudica o interesse nacional. E por isso, em nome do interesse nacional, era forçoso mudar os dispositivos legais que engendram esta espiral doentia.  

 

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por Alexandre Guerra, em 03.08.17

Um homem, uma mulher… Um casal quer ter um filho, mas um deles tem uma doença crónica hereditária, ou seja, uma deformação genética que vai passando de geração em geração. São inúmeras as doenças e os dramas… Mas, imagine-se que, numa espécie de milagre da Criação, os cientistas arranjam forma de reprogramar o ADN do embrião do tão esperado filho. E uma criança que, muito provavelmente, poderia “herdar” a doença dos progenitores tem agora pela frente toda uma vida saudável. Foi o advento dessa revolução biotecnológia que a revista Nature ontem anunciou. Qual é a questão disruptiva em tudo isto? É que, para muitos, o papel de Deus está reservado apenas ao próprio.

PS: Já agora, e passando a auto-promoção, recupero um post do Pedro Correia no qual, simpaticamente, recomendou o meu livro lançado em Novembro passado, que, precisamente, aborda estas temáticas.

 

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por José António Abreu, em 04.08.17

Manchester Orchestra, álbum A Black Mile to the Surface.

Num registo mais intimista do que em trabalhos passados (ainda que por vezes as guitarras subam de tom), cheio de temas complexos e bem escritos (ainda que por vezes não inteiramente originais), A Black Mile to the Surface prova que os Manchester Orchestra, nascidos há 13 anos, mereciam uma audiência maior.

 

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De Anónimo a 03.08.2017 às 10:37

Eu sei porque não sabe.
Porque há uma contradição nessa crítica.
Quem defende a lei do Mercado não pode postar um texto assim.
João de Brito

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O que tem uma coisa com outra?
Você não defende uma economia de mercado? Conhece alguma melhor?
A impropriamente chamada “lei do mercado”, obviamente, não pode funcionar sem regras. Nem o império do lucro pode funcionar sem travões.

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De Vlad, o Emborcador a 03.08.2017 às 14:40

Pedro, mas agora quer legislar sobre aquisições e remunerações de empresas privadas como o Barcelona FC e o PSG? Não tarda junta-se ao Bloco na proposta de limitação de tectos máximos salariais. Já o imagino com uma t-shirt do Che….mas de marca, claro está! ! A Ralph Lauren não terá para aí uns pólos do Che?…o Che montando um cavalinho, jogando ao pólo…garanto-lhe que pegava!!!

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A questão não é essa. A questão é que isto nada tem a ver com “preços de mercado”.
Pelo contrário, isto adultera o mercado. Desde logo, parece colidir com as regras de ‘fair play’ financeiro da UEFA: qualquer resquício de equidade evapora-se de vez. E provoca um sério choque inflacionário na indústria do futebol: os preços vão disparar, a espiral da dívida aumentará em flecha.
Convém também seguir o rasto desta verba astronómica. À atenção das autoridades jurisdicionais – do desporto e não só.
Finalmente, está por demonstrar que um único jogador – e desde logo Neymar – justifique estas cifras galácticas.
O futebol de alta competição deixou de ser um desporto e tornou-se um jogo de fortuna e azar. Uma espécie de roleta russa.

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De Vlad, o Emborcador a 03.08.2017 às 16:50

Meu, caro é o lema tão caro à eonomia neo clássica -” Sobrevivência do mais forte”. Os fracos devem desaparecer e dar lugar aos mais aptos -” destruição criativa “. Não tenhamos misericórdia, Pedro!!! Quanto à adulteração do mercado é a mesma que existe entre a concorrência da Sonae hiper hipermercados e a mercearia do meu bairro, A Família da Fruta. Se andam indignados que não vejam bola e não paguem as quotas. Quanto ao valor real de Neymar, pergunto-me e o Mexia? E o Jardim Gonçalves e…..penso que o valor do Neymar é mais justo do que o daqueles dois….

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Comparar Neymar com Mexia é uma heresia. Rima e é verdade.
Neymar deve ser comparado com Messi ou Ronaldo, por exemplo. Perde em toda a linha com a comparação: não foi nem será o melhor nem o mais forte.
É apenas o mais caro.

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De Vlad, o Emborcador a 03.08.2017 às 16:56

E eu a pensar que nos dias de hoje ser o mais caro era ser-se o melhor!
Afinal o que pagamos quando compramos o mais caro?

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De Vlad, o Emborcador a 03.08.2017 às 17:06

Pedro, isso é apenas para pobre acreditar! Ficam mansos….

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De José a 04.08.2017 às 17:15

O Caro Pedro tem razão, toda, o caso Neymar só revela que certas pessoas na Europa não sabem o Economia de Mercado, pensam que é a Lei da Selva, se o BE é contra a Lei da Selva eu também sou e não me identifico minimamente com gente com ideologia flutuante, este conceito demoraria a explicar. O desporto americano é o mais democrático do Mundo, mas tem limites. A NBA como exemplo, tectos salariais para as equipas, para que serve? Serve para limitar o número de estrelas em uma só equipa, logo serve para aumentar a competitividade da prova, em consequência, aumento dos espectadores e receitas geradas pelo negócio. Quanto a tectos salariais em empresas privadas, era uma legislação estúpida, simples, em Portugal têm-se muita iniciativa legislativa e depois como se fiscaliza? Só um exemplo: Sócrates legislou sobre a transmissão de valores superiores a 500€, que tinham 10% de IS a pagar por que recebe, ora o mesmo Sócrates pediu ao seu amigo Santos Silva valores consideráveis de empréstimos, logo valores tributáveis em 10% de IS, algum dia os declarou e pagou? Por exemplo o juiz Carlos Alexandre foi-lhe emprestado 10 mil euros por amigo, coisa natural, e depois pagou, logo tiria de ser pago 10% de 10 mil euros pelo Juiz Carlos Alexandre e depois pela pessoa que lhe emprestou o dinheiro quando recebeu de volta, faz sentido tal Lei, ou isto não passa de um confisco? Enfim…

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De Dedetê a 03.08.2017 às 12:06

Pode, Anónimo, então não pode?

Mais milhão menos milhão, qual a diferença entre o ReiNaldo ou o Pogba e o Neymar?

Anónimo, não faça perguntas difíceis, porque o Pedro Fernão de Magalhães Correia embatuca sem resposta e depois amua.

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O “anónimo” tem nome, imbecil.

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De António Vaz a 03.08.2017 às 17:16

Ele não só “embatuca sem resposta e depois amua” como quando lhe apontam isso, reage como uma virgem pública apanhada num bordel: “O “anónimo” tem nome, imbecil.”

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Este andou a esbarrondar-se em bordéis e anda louco por narrar as memórias íntimas.
Lamento, mas não estamos interessados.

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De amendes a 03.08.2017 às 11:33

“OMO”– lava mais branco…

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De Vlad, o Emborcador a 03.08.2017 às 16:52

E o negócio da Banca, não é igual? Assim como o da Google e demais Corporações? É sistemático. É estrutural, não conjuntural

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O PSG tem escasso currículo desportivo. E está a pretender construir a casa pelo telhado.
A história repete-se: nos anos 70, clubes norte-americanos como o Cosmos de Nova Iorque fizeram contratações milionárias, levando para lá as maiores estrelas da história do futebol: Pelé, Beckenbauer, Cruyff…
Lá está: queriam construir a casa pelo telhado, pegando nas vedetas pagas a peso de ouro para tornar os EUA o país central do planeta futebol.
Falharam, claro. Vários desses clubes extinguiram-se em poucos anos. Estava escrito nas estrelas…

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De Vlad, o Emborcador a 03.08.2017 às 17:05

Assim como a Enron? Ou como os investimentos da Efacec nos EUA? Pedro hoje tudo é uma enorme bolha…

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De Vlad, o Emborcador a 03.08.2017 às 17:58

Em cheio!! Com um misto de taoísmo!

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Oba! Amanhã jogo no euromilhões.

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De fatima MP a 03.08.2017 às 11:40

Nem mais. Pornográfico, obsceno, provocador, vergonhoso, razão mais do que suficiente para existirem revoluções …

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Obsceno, sim. Este futebol que já nada tem a ver com desporto está a transformar-se numa descomunal bolha financeira que acabará por rebentar. Começando por cá, onde quase todos os clubes gastam em regra mais do que as receitas permitem e têm passivos financeiros de alto risco.

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De Vlad, o Emborcador a 03.08.2017 às 12:53

Não vejo obscenidade nenhuma. É o mercado livre a funcionar. Aquelas leis da oferta e procura. O que se passa no Futebol SA, acontece também em muitas multinacionais, em que o CEO ganha milhões e os funcionários tostões e por vezes até perem fundos de pensões. Em que empresas privadas falidas pagam prémios aos seus gestores. Tudo digno, Tudo legal. Bendito seja o Capitalismo.

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Já não percebo nada. Você não é comunista-bolivariano?

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De Vlad, o Emborcador a 03.08.2017 às 14:29

Eu sou nada. Parafraseando o sábio Barba de Árvore ” Não estou do lado de ninguém porque ninguém está do meu”

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Essa frase não é do Baba de Camelo?

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De Vlad, o Emborcador a 03.08.2017 às 16:54

Não seja babaca!

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De Vlad, o Emborcador a 03.08.2017 às 19:28

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Nasser Al-Khelaifi tem ali uma lavanderia topo de gama. Deve estar mesmo preocupado com a despudorada imoralidade da situação. Afinal é um segredo de polichinelo, isto das transferências e dos salários milionários.
E tem razão Pedro, normalmente rebenta o elo mais fraco.

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O deus cifrão destronou a bola no reino do futebol. Este brasileiro, segundo a avaliação agora feita pelo clube que pretende contratá-lo, vale metade do orçamento anual do Ministério da Cultura em Portugal.

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De Vlad, o Emborcador a 03.08.2017 às 17:08

Dulce, fraco no sentido do mais honrado?

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De Anónimo a 04.08.2017 às 11:55

Não, Vlad, fraco no sentido de mais “teso” com a pretensão a exímio nadador num shark tank

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Ooops! L’Anónimo c’est moi ! Pardon

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De Tiro ao Alvo a 03.08.2017 às 15:46

Pornográfico também me parece.
Mas repare-se como, perante a passividade da maioria, aparece sempre gente a defender estas “vendas/compras”: ora dizendo que é o mercado a funcionar, ora porque os comentadores são do Benfica (ou do Porto, ou do PSG), ora porque é gente que é sempre do contra, ora pelos mais variegados muitos, quantas vezes fúteis.
Todavia, a mim parece-me que não há muito a fazer, apenas esperar que as mentalidades mudem, não se sabendo quantas gerações para a frente. Infelizmente.

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Hoje, à hora do almoço, vi uma pequena multidão numa estação de metro: 80% das pessoas ali concentradas tinham a cabeça baixa, cada qual mergulhando a atenção no respectivo telemóvel.
Era a imagem perfeita de um tempo pós-revolucionário. Nenhuma revolução é possível – em qualquer dos sentidos do termo – quando a esmagadora maioria das pessoas permanece cabeça baixa.

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De Vlad, o Emborcador a 03.08.2017 às 17:02

Mau!! Então mas o Pedro agora é Bolivariano Verde tinto? Anseia pela revolução? Pedro, deixe lá estar as coisas como estão que isto deu um trabalhão do caraças para chegarmos aqui…hoje fiz umas centenas de euros livres de imposto. I love this game!!

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De António Vaz a 03.08.2017 às 17:22

“Era a imagem perfeita de um tempo pós-revolucionário. Nenhuma revolução é possível – em qualquer dos sentidos do termo – quando a esmagadora maioria das pessoas permanece cabeça baixa.”
Ups, maldito uísque… vou mesmo ter de o deixar de lado até começar a ler este blogue

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Basta não consumires o de Sacavém.

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De Makiavel a 04.08.2017 às 10:50

As transferências no futebol já são pornográficas há muito tempo.

A partir de que quantia é que é pornográfico?
Os 100 milhões pagos pelo Ronaldo já não eram pornográficos?
E os 70 milhões do Figo?
Ou isto é apenas uma questão de nacionalidade dos envolvidos?

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É pornográfico a partir de 69 milhões.

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De Fernando a 04.08.2017 às 11:37

Talvez seja uma questão de nacionalidade, como assinalas. Talvez não. Afinal, para ser o mais caro, teria que ser um brasileiro ou um argentino.

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De Makiavel a 04.08.2017 às 13:14

Se tivesse sido o Ronaldo a ser transferido por quantia idêntica, talvez não houvesse este clamor de indignados de última hora e talvez assistíssemos a um discurso laudatório das qualidades futebolísticas do jogador luso. A questão da nacionalidade está aqui.

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De fernanddo a 04.08.2017 às 14:56

Makiavel a dor ainda fica mais densa porque não há propostas pelo excelente jogador que é o Ronaldo. Que já trata de cuidar da reforma, povoando a casa de miúdos. Tem passado e presente. Futuro? Claro. Mas, nada que chegue a 220 milhões. E aí, embora disfarçado, aparecem os críticos de plantão contra o franzino brasileiro.

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De Fernando a 04.08.2017 às 13:36

Complemento o vínculo da pornografia com a nacionalidade. Caso fosse o CR7 Portugal não estaria em festas? Feriado na Madeira!

 

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“Neste caso, eu jamais teria aterrado numa praia, sabendo da hipótese mais que provável de ir embater em Pessoas”

Sabe porquê?

Porque há Seres Humanos que usam, aquilo com que todos nascemos, Consciência Moral e Livre Arbítrio, coisa que muitos desligam para serem, simplesmente, uns filhos da… (mãe deles) e, por culpa destes sociopatas, temos o Mundo que temos.

Não adianta autoritarismo, legislações ou procurar soluções externas, bastava a Humanidade perceber a origem de todos os males, onde, apenas, bastaria uma maioria real viver segundo as Leis da Natureza, neste caso, uma delas, Causa/Consequência que, até se podem reduzir a uma: -Não roubar- o que inclui as Vidas dos outros.
Bastava a maioria respeitar esta última, em vez de procurar soluções externas, pode crer que teríamos outro tipo de Mundo como Resultado. Naturalmente, vai ser difícil mudar porque, é em criança que se aprende, através do exemplo e, já reparou nos “bons” exemplos com que elas aprendem?

Bastava que os “da base da pirâmide” que são a maioria, aplicassem este princípio, a chamada Lei Natural, usando sempre a sua Consciência Moral e Livre Arbítrio em vez de se guiarem por autoritarismos e rituais políticos, lhe garanto que os políticos passariam a obsoletos. Como eles sabem disto, mais especificamente o 1%, fazem de Tudo mas, mesmo de Tudo, para nos manterem divididos e às turras. Temos assim, uma sociedade comandada por psicopatas com uma criadagem, cada vez, mais cheia de sociopatas incompetentes porque, nem que quisessem, gente com Consciência Moral, neste esquema, nunca subirá na carreira política.

E é assim que, há gerações, uma minoria conseguiu sempre mais Poder sobre a maioria, incluindo ir aumentando os seus triliões, com os quais, subsidiam os dois lados de guerras, grupos terroristas e todo o tipo de divisões que parecem nascer não se sabe de onde… mas, se tomassem atenção, com a informação que hoje temos à disposição, até sabiam. No entretanto, assim como as Corporações já controlam o outro tipo de informação, a net vai ter o mesmo destino, basta olhar para a meia dúzia de sites chineses para ver o nosso Futuro e, nem é preciso ser vidente ou profeta, basta ver os primeiros sinais que já mencionei no meu comentário anterior.

 

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por Sérgio de Almeida Correia, em 04.08.17

We have noted that the National Constituent Assembly election in Venezuela was held smoothly on the whole

Não me digam que uma frase destas, proferida pelo porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, não é uma interferência da R.P.C. nos assuntos internos da Venezuela.

Traduzindo isto por miúdos, a China considera que eleições que decorreram num clima de intimidação da oposição, com manipulação da comunicação social e dos votos e com violência nas ruas contra os opositores do regime chavista, constituem um processo que decorreu com normalidade.

E se assim é, então também deve considerar como normal que uma manifestação tão descarada de apoio a Maduro e ao governo venezuelano não seja vista como uma interferência nos assuntos internos da Venezuela.

Tomo boa nota do que se disse porque se amanhã outros países se pronunciarem sobre as eleições que se venham a realizar em Hong Kong ou Macau, por exemplo, dizendo, imagine-se, que os processos em geral correram mal, que houve intimidação às candidaturas não alinhadas com Beijing, que houve censura e controlo da informação, que as autoridades locais confundiram o direito à informação, o exercício da liberdade de imprensa e o direito de expressar livremente uma opinião sobre as candidaturas com mera propaganda política, para além de ameaças várias à mistura, manifestando-se preocupação pela forma como os processos venham a decorrer, isso também não será considerado como uma interferência nos assuntos internos chineses, certo?

 

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Existem, pelo menos, 6 sintomas ocultos do cancro de mama que deves conhecer.

O cancro de mama se manifesta através de nódulos e apresentar sintomas pouco conhecidos.

Como identificar cancro de mama sem nódulos

1. Secreções expelidas pelo mamilo podem ser um sinal e indicar cancro de mama. Isto acontece quando as células cancerígenas estão perto das paredes dos ductos mamários.

2. Inchaço na região das axilas ou ao redor do pescoço é outro sintoma, pois nessas áreas estão localizados os gânglios linfáticos, parte do sistema imunológico que pode estar em alerta para combater um possível cancro de mama.

3. Se percebeste mudanças no formato, peso ou tamanho dos seios, procura um médico, já que as alterações também podem sinalizar cancro de mama.

4. Mudanças de formato, posição ou inversão no mamilo pode indicar que existe um tumor por trás a provocar a retração.

5. A doença de Paget, um tipo de tumor que fica atrás do mamilo, tem como sintomas inflamação e vermelhidão na região do bico do seio. Portanto, procura um médico caso note alguma erupção cutânea na área.

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Professora de geoquímica, desvenda o motivo pelo qual os chineses não adquirem cancro da mama.

6. Um dos tipos mais raros de cancro de mama também pode dar sinais através da alteração na pele da região, deixando os seios com aspecto de casca de laranja. As células causadoras da doença entopem canais linfáticos que causam inflamação e pequenas depressões na superfície da mama.

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Os nossos leitores elegeram as seguintes Xiconhoquices na semana finda:

Tiros da Polícia que matam inocentes

A Polícia da República de Moçambique (PRM) tem de começar a fazer testes não só mentais, como também do nível de álcool aos seus agentes, antes de estes se fazerem às ruas para cumprirem o seu trabalho, pois é deveras preocupante a quantidade de supostas balas perdidas que têm vindo a dizimar cidadãos inocentes. A título de exemplo, só nesta semana, um adolescente de 14 anos de idade morreu e um outro jovem de 23 anos ficou ferido no membro superior esquerdo em consequência de disparos efectuados pelos agentes da PRM. Refira-se que nos princípio deste ano, uma criança de 10 anos de idade morreu vítima de bala disparada por um membro da corporação, durante uma operação que supostamente visava recuperar bens roubados. Este nível de assassinatos de cidadãos inocentes perpetrada pela Polícia moçambicano é inquientante.

Rapto de portadores de albinismo

Quando tudo parece estar controlado, surgem notícias dando conta de raptos de pessoas portadores de albinismo. A título ilustrativo, uma criança do sexo masculino, que sofre de albinismo, foi assassinada, com recurso a uma enxada, por pessoas ainda não identificadas, no distrito de Molumbo, na província de Zambézia, e uma outra, também com ausência de pigmento na pele, nos olhos, nos pêlos e no cabelo, foi raptada no Niassa. Estes tristes episódios revelam a inoperância ou apatia da Polícia da República de Moçambique (PRM) em travar essa prática hedionda que tem vindo a ceifar vidas humanas.

MISAU arrenda armazém por 25 mil dólares

Parece que alguns dirigentes públicos perderam o pudor e têm estado a saquear os cofres do Estado de forma descarada. Um dos exemplos dessa pouca vergonha é o valor de renda de um armazém que o Ministério da Saúde (MISAU) tem estado a pagar. Ou seja, são retirados dos cofres públicos 25 mil dólares norte-americanos mensais, equivalentes a apoximadamente 1.543.250,00 meticais. Isso é uma prova inequivoca de roubo ao erário. Está claro que há indivíduos que terão comissões nesse negócio pois os 600 mil dólares que serão pagos em dois anos é um montante suficiente para a construção de pelo menos 3 armazéns. Num país em que grande parte da população morre por falta de medicamentos é um insulto a dignidade dos moçambicanos arrendar-se um armazém por 25 mil dólares mensais.

 

 

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Se tiveres chamadas não atendidas de números estrangeiros, cuidado, porque tudo pode não passar de burla.

Se desconheces o número, não devolvas a chamada. O que os burlões fazem é dar dois toques à espera que retribuas a chamada, se o fizeres, é cobrado o valor de uma chamada internacional.

Polónia (+48), Tunísia (+216) e Mónaco (+ 377) são alguns dos países de origem das chamadas, mas sempre com números diferentes. Logo, bloquear os números não resolve o problema, nem o operador pode impedir a a totalidade de chamadas internacionais, afinal, não é possível distinguir uma chamada legítima de uma fraudulenta.

Mas ao devolveres a chamada estás a gerar tráfego para esse destino. Uma situação que poderá configurar o que os especialistas designam de Wangiri, termo japonês que significa one ring and cut, ou seja, entidades fraudulentas detentores de números internacionais, incentivam a geração de tráfego através de chamadas fantasmas massivas e aleatórias, recebendo parte da receita do tráfego terminado nesses destinos.

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Dentista inventa aparelho que melhora “Chamadas para BRUXELAS”!
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O conselho que vos podemos dar é que tenham cuidado com as chamadas efetuadas, sobretudo quando estão envolvidos indicativos internacionais.

Pesquisa sempre na internet antes de efetuar algo e mais tarde venhas a dar conta que foste tão somente vitima de burla.

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Uma aranha gigante apareceu na casa de um casal impedindo-o de sair de casa.

De acordo com Stela, do site Bored Panda, a aranha pertence à família Sparassidae ou “aranha-caçadora-gigante”, como é popularmente conhecida. Essas aranhas têm hábitos noturnos, são enormes, e movem-se com surpreendente agilidade.

De acordo com o pessoal da BBC, as suas patas podem chegar a medir 30 centímetros de comprimento! Felizmente, elas não oferecem perigo aos humanos, mas ao sentirem-se ameaçadas elas não hesitam em atacar.

Com receio de ser atacado pela aranha, o casal optou por ficar trancado no interior da residência e esperar que ela desse de fuga.

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Segundo Riley, os australianos não fizeram qualquer mal ao aracnídeo e acreditam que ele se mudou para o jardim. Ainda bem, pois o gatíneo da dupla não parece ter gostado muito do visitante!

Aranha giganteAranha gigante

O vídeo foi gravado pelo casal, mas claro sempre mantendo a segurança e distancia necessárias, não fosse o bicho decidir “atacar” com toda a sua garra causando estragos, para todo o sempre, em toda a família 😀

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Tonificar o corpo e mantê-lo definido sem precisar fazer exercícios físicos pode soar como um sonho, mas pode ser sim possível se adotares medidas simples no dia a dia.

Vê como endurecer o corpo sem atividades físicas

1. Na hora de escovar os dentes, fica na ponta de um dos pés. Permanece na posição por alguns segundos e troca de perna.

2. Cuida da postura e fortalece o corpo dentro do carro, indo para o trabalho. Mantém peito e ombros retos, contrair a região abdominal e tenta reduzir a curva da coluna vertebral. Deixa a cabeça para trás e para cima.

3. Na fila do mercado, à espera do autocarro ou em qualquer outro momento em que precises ficar de pé, gira o quadril, movimentando de um lado para o outro.

4. Quando levares o cão para passear, aproveita a caminhada para fazer movimentos de contração de glúteos.

5. No trabalho, levanta-te da cadeira ao falar ao telefone, quando possível, e faz movimentos de subida e descida com as pontas dos pés, alongando e trabalhando as pernas.

6. Sessões curtas de alongamentos simples enquanto vês TV já traz benefícios ao corpo. Portanto, quando perceberes que estás deitado no sofá, levanta-te e mexe-te.

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7. Quando tiveres que pegar algo no chão, em vez de simplesmente te baixares, faz um agachamento.

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por Nuno Castelo-Branco, em 29.07.17

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 O governo, bem, há que dizê-lo, resolveu tornar mais visível o programa de acolhimento de refugiados da Venezuela. Mais vale tarde do que nunca, é o que se diz nestes casos.

Nem teria sequer outra opção, apenas cumpre aquilo a que se comprometeu constitucionalmente. Basta agora convencerem quem para Portugal queira vir, a estabelecer-se no continente onde existem mais capacidades de integração, mais oferta e espaço.

Criem-se então as condições, as linhas de crédito, os alojamentos a obrigatoriamente serem cedidos pela banca intervencionada pelo Estado – possui milhares de casas em carteira -, as escolas para os filhos e os médicos de família. A questão da saúde será talvez a mais urgente.

Talvez assim mitiguem o opróbrio que sobre o esquema vigente caiu após certas coisas das quais foi e ainda é o único responsável. Em suma, uma forma indirecta de pedir desculpas a quem, mesmo passadas algumas décadas, ainda não se esqueceu.
Organize o governo uma campanha de angariação de boas vontades a título gratuito e logo verão os voluntários que se apresentarão. Aqui estará um deles.

* Não se esqueçam de accionar as linhas de auxílio gizadas em Bruxelas para este fim que é precisamente idêntico a outros.

 

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por Sérgio de Almeida Correia, em 29.07.17

A Caixa Geral de Depósitos é o terceiro maior credor da Instituição

Empresa que deve 278 milhões à CGD entra em insolvência

Artlant: empresa a que a CGD emprestou mais de 500 milhões declarada insolvente

O banco público, terceiro maior acionista da empresa, detém mais de metade da dívida. A CGD corre o risco de perder 137 milhões de euros

É o caso da PFR Invest – Sociedade de Gestão Urbana, da Câmara Municipal de Paços de Ferreira, cuja falência foi decretada, em Fevereiro, pelo Tribunal de Amarante, e tem como principais credores a CGD e o Novo Banco

Este é apenas um dos dossiers que ajuda a perceber a degradação do balanço do banco do Estado, que entre 2011 e 2015 contabilizou mais de 6000 milhões de créditos perdidos

CMVM manda liquidar fundo “falido” gerido e financiado pela CGD

As sociedades veículo – criadas em 2010 para receber os activos tóxicos do BPN – têm atualmente uma dívida com garantia do Estado à Caixa Geral de Depósitos que «ascende a 4,89 mil milhões de euros», disse esta sexta-feira a secretária de Estado do Tesouro e das Finanças, no Parlamento

Sempre a somar em perdas. Têm sido assim os últimos anos para os contribuintes portugueses quando é a banca que aparece na parcela da conta. Se somarmos as contas provisórias dos três bancos que faliram, foram vendidos ou resolvidos, os portugueses vão assumir perdas de cerca de 8,5 mil milhões de euros

É isto e outras coisas do mesmo jaez que os clientes da CGD vão pagar, até porque fora de Portugal há muitos bancos, incluindo um banco detido pela própria CGD, que não cobram despesas de manutenção. Mas como alguém disse, “nos bancos as asneiras e os maus negócios pagam-se cinco anos depois“.

 

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De Olavo Bilac, in Net:

Língua Portuguesa

Última flor do Lácio, inculta e bela,
És, a um tempo, esplendor e sepultura:
Ouro nativo, que na ganga impura
A bruta mina entre os cascalhos vela .

Amo-se assim, desconhecida e obscura
Tuba de algo clangor, lira singela,
Que tens o trom e o silvo da procela,
E o arrolo da saudade e da ternura!

Amo o teu viço agreste e o teu aroma
De virgens selvas e de oceano largo!
Amo-te, ó rude e doloroso idioma,

Em que da voz materna ouvi: “meu filho!”,
E em que Camões chorou, no exílio amargo,
O gênio sem ventura e o amor sem brilho!

Olavo Bilac, in “Poesias”

 

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Na entrevista ao DN, Marcelo já fala em cenários de recandidatura!!! Cruzes, deve ser por se tratar de uma Grande Entrevista. Tão grande, tão grande que não coube toda na edição de hoje do jornal, a segunda  parte sai amanhã. É para ser de espacito. Tudo bem. Hoje só queria lembrar que, se em política importa prevêr, o ponto de partida, importa sublinhar, é o presente.  

O “dever ético, um dever cívico, o dever estrito”, de que fala o Presidente, o de se re-candidatar ou não, não está à mesa. O que está à mesa é este estado que temos vindo a viver. Isso sim. Um insólito e geringôncico irregular funcionamento de instituições. Uma mediocridade. É inadmissível. Um Presidente ou está ou não está à altura de dizer “basta!”. De que temerá ao não estar nesse patamar de nobreza e sentido ético? Porque navegará ao sabor desta onda mentirosa, demagógica, utilitarista, que já mostrou, por “A+B”, ao que veio, e para onde quer ir?

Importa pois olhar e ver o que se passa. Percebo que estar próximo das pessoas é importante para a cura das suas feridas, das suas dores físicas, das dores pelo que perdeu, bens e pessoas, percebo muito bem, até porque já vivi tudo isso na primeira pessoa. Mas não desviar as atenções é  essencial. Não sendo conselheira de Estado, nem de gostar de declarações formais, solenes, de pesar ou quejandas; fartinha de saber que a reforma florestal exige o que já foi escrito milhares de vezes por milhares de peritos; sabendo que estas forças armadas são tudo menos armadas, tudo menos forças, tendo a astúcia que Deus me deu para, não sendo muito inteligente, não ser parva de todo, tenho um conselho, que partilho na convição de que quem nasce torto pode sim endireitar-se.

A bomba atómica de que o PR fala na Entrevista – dissolução da AR – não é o único recurso disponível para por cobro a esta imoralidade e bagunça em que se vive, colorida agora das promessas para as autárquicas, que distrai e põe engodo nos cidadãos. Engodo do mau. Venha o conselho: já pensou o meu ainda PR nas outras soluções? Estou a lembrar-me de duas. Soluções corajosas. Soluções que só o PR pode tomar. Para os abraços nós ajudamos…

Por uma questão de bom senso, pelo menos, é mesmo um dever que não haja distração com os ontens:  o encontro amoroso-político de Costa e Macron, o “voltem que nós cuidamos de vocês” de Augusto Santos Silva aos portugueses que tiveram que sair da Venezuela. Somos mesmo bons, solidários, humanos…

O que nos vai custar este teatro de operações?  “Nao deixes para amanhã o que podes fazer hoje.” 

 
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