Economia

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homem escrevendo

Por que algumas pessoas ganham mais destaque do que outras no ambiente de trabalho?

Porque alguns consultores ou coachs vendem seus serviços por até 10 vezes mais do que seus concorrentes, que também possuem cases fantásticos?

A questão é: se o mercado não ficar sabendo das coisas que você faz ou do quanto você é bom em algo, você não representará nada para ele.

Quando falamos em marketing pessoal, na cabeça de muitas pessoas surge a imagem de uma pessoa entregando cartões em eventos da área.

Investir em sua imagem pessoal vai muito além disso.

Na verdade, se você não realizar um bom planejamento estratégico, talvez todo o seu esforço em investir em sua imagem seja em vão.

Por isso, o primeiro passo para quem deseja ser reconhecido em seu mercado é planejar.

Planejando o seu nicho de atuação

Esse é um ponto primordial dentro de um bom planejamento de marketing pessoal que a maioria das pessoas simplesmente ignora.

Antes de estabelecer ou desenvolver os seus conhecimentos, você tem que decidir como você quer ser reconhecido entre as pessoas.

Nesse ponto, a forma mais fácil de planejar isso é respondendo a pergunta:

“Eu quero ser reconhecido(a) como o(a) melhor especialista em

___________ do país/região”.

E, nesse ponto, entra um fator crítico.

Quanto mais amplo for o termo que você escolher para completar essa frase, mais difícil será para você concretizar essa meta.

Ser reconhecido como o maior especialista em marketing do Brasil será extramente difícil!

Isso por que existem centenas de ótimos profissionais de marketing espalhados pelo país.

Ser reconhecida como a maior Coach Pessoal do Brasil será um desafio extramente árduo para qualquer profissional.

Isso porque, além da concorrência ser grande, há muitas pessoas dessa área investindo em suas marcas pessoais.

Por isso, o grande segredo de um bom planejamento de marca é especificar o máximo o “termo” que você irá escolher para completar a frase apresentada.

Dessa forma, você estará escolhendo um nicho de mercado para ser reconhecido.

Assim, uma pessoa que deseja ser reconhecida como a principal profissional de marketing político do mercado, terá uma concorrência muito menor do que aquele que escolher se destacar no mercado de marketing como um todo.

Da mesma forma, uma pessoa que invista em sua imagem como coach de relacionamentos, terá muito mais facilidade em ser reconhecida pelo mercado, do que aquela que se divulga como, apenas, coach pessoal.

Por fim, buscando nichos de atuação em uma área mais ampla, além de facilitar o processo estratégico, você poderá ser visto com um verdadeiro especialista em um tema específico.

Como dizer o que eu penso para o mercado?

Existem diversas ferramentas e estratégias para iniciar relacionamentos profissionais e também divulgar suas ideias e cases para o mercado.

Entre as mais importantes, podemos citar os “Eventos” e as “Ferramentas Digitais”.

Investir em Networking através de Eventos.

Participar de eventos é uma ótima oportunidade para criar contatos mais sólidos.

A ideia aqui não é simplesmente “ver e ser visto” e tampouco sair distribuindo seus cartões de visita por aí.

Participe de conversas no coffee break e exponha suas ideias em relação aos projetos das outras pessoas.

Ajude-as com seu conhecimento, sem esperar nada em troca.

Além de adquirir conhecimento e trocar ideias, você pode acabar conhecendo pessoas que serão importantes em sua vida.

Quem sabe você não cria novas amizades e arruma parceiros de negócios?

Utilize as Ferramentas Digitais a seu Favor.

A internet é, definitivamente, um dos principais canais para quem quer investir em sua imagem pessoal.

Isso porque além de possibilitar que você acompanhe pessoas do seu mercado e compartilhe ideias com eles, este tipo de canal possibilita que você compartilhe conteúdo em diferentes formatos.

Se você é um bom comunicador, talvez opte por compartilhar suas ideias através da gravação de vídeos ou podcasts.

Se você é o tipo de pessoa que escreve bem, pode acabar optando por compartilhar artigos em blogs.

Além disso, você pode compartilhar ideias rápidas através de redes sociais como Facebook, Linkedin e Twitter.

Para explorar bem estas ferramentas e aproveitar as possibilidades que elas dão para aqueles que querem investir em sua marca pessoal, você não precisa se tornar nenhum especialista nas redes sociais.

Basta seguir algumas dicas:

  • Procure utilizar a mesma foto em todos os seus canais digitais. Isso pode ajudar o seu rosto a ficar conhecido no mercado. Além disso, vai facilitar com que as pessoas reconheçamvocê enquanto navegam.
  • Em seus perfis, sempre adicione links para seus outros canais. Se você tiver um blog ou for colunista de algum, deixe isso claro em sua página do linkedin.
  • Falando em ser colunista… essa é uma ótima forma de compartilhar conhecimento e difundir seu nome em novos mercados. Crie um relacionamento justo e sincero com donos de site de destaque e envie conteúdo realmente útil e interessante para o público dele.
  • Compartilhe seus melhores cases na internet. Grave vídeos de depoimentos e compartilhe em suas redes (com a autorização de seus clientes).
  • Crie um blog! Hoje em dia é possível criar um blog em poucos minutos. Compartilhe artigos de sua autoria e divulgue seus vídeos e cases no canal. Lembre-se: a ideia aqui não é só “vender seu peixe”. Ninguém vai fazer questão de retornar ao seu site caso ele seja somente um “cartão de visitas”. Artigos interessantes e pertinentes são fundamentais.
  • Compre um domínio (endereço www) com o seu nome. Isso além de facilitar que você seja encontrado, cria um grande profissionalismo em relação a sua imagem pessoal.

Compartilhe os artigos de seu blog em outras redes sociais.

Participe de grupos do Facebook e do Linkedin e compartilhe suas ideias com o mercado.

Falando em Facebook… vamos analisar cada uma das redes sociais e ver como elas podem nos ajudar nessa aventura?

Redes Sociais

  • LinkedIn: Meu site preferido no que se refere relacionamentos profissionais. O grande valor deste site é que todos que estão lá estão buscando conteúdos e relacionamentos profissionais. Você pode participar de diversos grupos de debate e opinar sobre vários temas dentro do seu mercado. Além disso, você pode acompanhar os principais profissionais da sua área e iniciar uma aproximação deles.
  • Facebook: Muito cuidado com está ferramenta. Embora seja poderosíssima no que se refere à marketing pessoal, pode acabar sendo um tiro no pé caso você misture sua vida pessoal com sua vida profissional. Você pode evitar isso segmentando suas postagens para diferentes grupos de amigos.
  • Google+: Muitas pessoas não ligam para essa rede social, mas ela possui pessoas muito engajadas em diversos segmentos. Além de se relacionar com outros profissionais, você pode investir em círculos com seus clientes, caso seja vendedor ou empreendedor.
  • Twitter: Fundamental para quem trabalha na área de conteúdo, jornalismo. Esses tipos de mercado são muito engajados nessa rede social e por lá você pode interagir com grandes profissionais do mundo todo (literalmente).
  • Pinterest: É da área de artes, design de produtos ou de moda? Então talvez você precise uma ferramenta mais focada em imagens. O Pinterest é ótima, não só para criar contatos como também para buscar inspirações.
  • About.me: Não quer criar um site? Então crie uma página pessoal no About.me, que além de gratuita e fácil de configurar. Lá você pode compartilhar todos seus canais e ter seu “cartão de visitas digital”.

Conclusão

Não importa qual canal você escolha utilizar para investir em sua marca pessoal se você não investir parte do seu esforço em um bom planejamento de marca.

É como diz Dan Schawbel: “Marca pessoal é sobre desenterrar tudo o que é verdadeiro e único sobre você e deixar todo mundo saber”.

Alexandre Campos é professor de marketing e especialista em empreendedorismo. Expõe suas ideias e dicas no Primeiro Negócio (http://www.primeironegocio.com).

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Ofereci 12€ ao MNAA para comprar um quadro de Domingos Sequeira

A menção que acompanha o meu gesto simbólico é esta: Para os que fazem e para os que protegem as artes, não para os que delas se servem.

Quem vai pagar os 60-80 milhões da teimosia de meia dúzia de burocratas e de meia dúzia de populistas da casta partidária que temos, pelos famosos Mirós do BPN que ninguém viu, nem avaliou? Os contribuintes do costume, certo? Este cacau perdido, cujos responsáveis ninguém conhece, daria para tirar os museus nacionais da indigência em que se encontram. Já alguém pensou nisto?

A passagem da anterior secretaria de estado da cultura cor-de-laranja a ministério cor-de-rosa significou uma duplicação dos gastos em gabinetes, ou seja, em burocratas e clientela partidária.

Esta despesa inútil teria sido certamente suficiente para comprar os pixels em falta na campanha ‘Vamos Pôr o Sequeira no Lugar Certo’. No entanto, lá veio o peditório de quem tem o cinto de segurança partidária bem apertado aos que não sabem se terão emprego, ou empresa, no próximo mês.

Não só a fatia da Cultura no Orçamento de Estado de 2016 diminuiu em termos absolutos (João Soares e o seu Ministério têm menos 44 milhões de euros do que a Secretaria de Estado que foi de Jorge Barreto Xavier), como em termos relativos coloca muitos problemas: o orçamento dos gabinetes duplicou em relação à gestão anterior, devorando ainda mais um orçamento já de si miserável, e fizeram-se previsões de receita imprudentes, como no ICA—Instituto do Cinema e do Audiovisual, que poderão deprimir ainda mais a realidade da disponibilidade orçamental anunciada.

Será que a Cultura precisa dum ministério, ou a coisa resolver-se-ia simplesmente com alguma modernidade institucional, estratégia, boa gestão e certamente mais dinheiro? Afinal, continuamos a milhas dos famosos 1% do Orçamento (teriam que ser 600 milhões de euros em 2016).

A Geringonça não trouxe, nem mais dinheiro, nem mais esperança à Cultura indígena, pois vai andar por aí a cortar fitas com 0,29% do OE2016 no bolso. E resta saber com que transparência e incumbências à albarda.

Estados Unidos da América, Reino Unido, Alemanha, Suíça, Japão não têm ministérios da cultura.

Será que a pujança cultural destes países perdeu alguma coisa com tal pecado? E será que Portugal ganhou o que quer que fosse em manter esta ficção burocrática e autoritária no cada vez mais escanzelado modelo francês de inspiração napoleónica decadente?

Entretanto, o estilo caceteiro impera, sem ideias, sem projetos, sem uma noção de política cultural.

É extraordinário que depois do bota abaixo no Parlamento, na comunicação social, nos blogues e por aí fora, a propósito do dinheiro disponibilizado para a Cultura no tempo em que Jorge Barreto Xavier era secretário de estado de Pedro Passos Coelho, agora toda a Esquerda (não a minha!) e quem a apoia estejam silenciosos e furtivos que nem ratos perante o desastre ambulante que lhe sucedeu.

A DGArtes, por exemplo, tem menos 700 000 euros este ano. Ouviram algum pintor, algum escultor, algum fotógrafo, ou algum ‘investigador’ protestar? Chama-se a isto medo da Esquerda e estupidez. Só a esta falta de luz se pode louvar quem na Esquerda faz mal, e deixar de valorizar quem no Centro ou na Direita fez melhor.

É a tímida democracia que temos? Ou somos todos, afinal, indigentes e corruptos?

 

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Russos chegaram (à Síria), viram e venceram (uma vez mais)

Putin alivia pressão sobre os ‘regime-changers’, depois de ter destruído a capacidade bélica e a moral dos rebeldes armados pelos Estados Unidos, Reino Unido e França. Um país destruído depois, e uma Europa de cócoras depois, com uma crise de refugiados de que é a principal responsável, a par dos Estados Unidos, a aviação russa começou a regressar a casa. Mas atenção Hilary: Putin poderá regressar ao teatro de guerra em 24 horas! A lição está dada: travar a Eurasia, destruir a ponte de Lisboa a Vladivostok, que Putin anunciou na Cimeira de Mafra, é uma péssima ideia. Esperemos que condenada ao fracasso.

Despite President Obama’s early contention that Russia would end up in a “quagmire” in Syria, The Kremlin instead showed what happens when a mishmash of loosely aligned rebels squares off against a modern air force. 

Five months and thousands upon thousands of sorties later, the rebel cause has become virtually hopeless. It’s much easier to broker a ceasefire when the enemy has been, for all intents and purposes, decimated. 

(…) 

If both sides come to some kind of tenuous agreement, Putin will get to claim that Russia came, saw, and conquered, then brokered a peace settlement – two things no country had been able to do in Syria since the beginning of the war in 2011 — in Zero Hedge 

 

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Pior cego é o que não quer ver

Uma mudança de regime, que afirmo estar em curso em Portugal e em vários outros países, não se refere apenas à mudança das regras formais, algumas das quais, aliás, têm vindo a sofrer metamorfoses rápidas em Portugal —revisões constitucionais, incorporação de tratados europeus e novos tratados internacionais, alterações profundas na legislação laboral e fiscal, etc.—, mas também nos costumes, maneiras e consensos éticos e culturais da comunidade —por exemplo, a nova intolerância moral relativamente à corrupção, a defesa em lei dos direitos sexuais e das minorias em geral, o novo holismo social manifesto na defesa dos direitos dos animais e da Natureza, mas também de novidades no contrato social como as que estão germinando em volta do chamado RBI: rendimento básico incondicional, etc. Como afirmava Aristóteles (Livros III e IV da República) é esta textura que forma a identidade única dos povos e das suas cidades e define verdadeiramente um regime.

Referência: Open Yale

 

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Quem é este senhor?

Os nossos Governantes ainda nem se deram conta do que aí vem. 

Ministro da Economia apela aos portugueses para não abastecerem em EspanhaNEGÓCIOS | 11 Março 2016, 15:11 

O ministro da Economia apelou esta sexta-feira, 11 de Março, aos portugueses para que não abasteçam os carros em Espanha. A decisão, defende Manuel Caldeira Cabral, prejudica Portugal em detrimento do país vizinho. 

“É um problema que nos preocupa, obviamente, esta questão da concorrência. Principalmente ao nível da fronteira, porque Espanha tem condições fiscais diferentes. Temos de olhar com preocupação porque corresponde também a impostos que deixam de ser pagos em Portugal”, afirmou citado pela RTP.

Não é preciso ser nenhum economista para encontrar uma solução para este problema: basta baixar os preços, mantendo-os semelhantes aos de Espanha. Basta acabar com a espoliação fiscal que alimenta um estado paquidérmico, ineficiente e corrupto.

Uma empresa portuguesa, a Galp, investe em Espanha, junto à fronteira, onde boa parte dos clientes são portugueses. É uma situação preocupante, pois a Espanha ganha a dobrar:

1. Recebe o investimento inicial da empresa portuguesa
2. E depois vai receber todos os impostos dos consumidores portugueses.

A sua obtusa, desastrosa e corrupta política de transportes, que está a transformar Portugal numa ilha ferroviária e fez da TAP um buraco negro financeiro, está a promover uma linha de portos secos ligados do lado espanhol da fronteira (Galiza, Salamanca e Badajoz). Será edsta linha de portos secos que irá monopolizar a ligação dos nossos portos atlântico à RTE-T (a nova rede ferroviária europeia). Como é que estas bestas querem fazer crescer Portugal?!

 

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lupa vendo bonequinhos

Pesquisas de marketing são instrumentos essenciais para qualquer empresa que deseja compreender melhor o mercado e tomar decisões mais conscientes e pró-ativas.

A partir delas, é possível obter informações importantes para desenvolver novas estratégias, produtos e serviços.

E os benefícios de uma pesquisa de marketing não param por aí: elas também podem fazer parte de uma estratégia de marketing de conteúdo e gerar milhares de leads.

Entretanto, muitos profissionais ainda têm dúvidas sobre como desenvolvê-las.

Pensando nisso, depois de realizar 3 pesquisas de marketing em 2015 – Content Trends, Martech e Panorama das Agências Digitais – a Rock Content produziu um material completo para te contar, em detalhes, sobre o processo de criação de uma pesquisa.

Nele, você vai aprender a:

    • Planejar uma pesquisa de marketing, incluindo a definição de objetivos, tema e orçamento necessário;
    • Criar e executar sua pesquisa, desde a definição dos respondentes até a construção de questionários e a análise de dados;
    • Produzir um relatório completo, incluindo dados, estatísticas e gráficos relevantes para seu público-alvo;
    • Gerar inúmeras leads para sua empresa

 

Além disso, o material apresenta um bônus: uma checklist interativa do processo para que você acompanhe a evolução da sua própria pesquisa.

Faça agora mesmo o download do material e entenda como desenvolver uma pesquisa de marketing!

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Onde está a Esquerda à Esquerda do PS?

Seixas da Costa entra para a administração da EDP RenováveisExpresso. 11.03.2016 às 17h40 

Fancisco Seixas da Costa, antigo embaixador de Portugal no Brasil e em França, vai integrar o conselho de administração da EDP Renováveis, segundo uma proposta que será formalmente aprovada na próxima assembleia geral de acionistas da empresa, agendada para 14 de abril. 

Seixas da Costa, que atualmente já exerce funções noutras empresas, terá um mandato de três anos (de 2016 a 2018) e será administrador não executivo, segundo explicou o próprio em declarações ao Expresso.

A construtora da Barragem da EDP no Rio Tua chama-se Mota-Engil.
O Embaixador Seixas da Costa é administrador da Mota-Engil.
O Embaixador Seixas da Costa vai tornar-se, em breve, administrador da EDP.
Haverá alguma alma vermelha, ou cor-de-rosa, que tenha lido esta notícia? Protestado? Exigido uma Comissão de Inquérito? Feito perguntas? Comentado?

Considerando apenas a energia hídrica (proveniente do rio), as nove novas Barragens aprovadas por José Sócrates vão funcionar em média um mês por ano (fonte: INAG), produzindo tão só 1672GWh/ano, isto é, o equivalente a 3% do consumo nacional em 2010. 3%!

    Esta recompensa pela defesa dos interesses da EDP e da Mota-Engil na construção da Barragem do Tua não será ilegal? Senhora PGR faça-nos o favor de investigar.

    Este Embaixador português conseguiu convencer a UNESCO (como, UNESCO?!) que o gigantesco paredão da nova Barragem do Rio Tua não tem impacto visual. Extraordinário!

    A UNESCO era contra um novo edifício junto à nova Barragem. Depois da ação ‘diplomática’ de Seixas da Costa acabou por aceitar a presença de um gigantesco paredão, visível a quilómetros, e bem, por todos aqueles que circulem pelo Douro de comboio ou nos barcos turísticos. Fantástico!

    Este Embaixador até acha que fez um bom trabalho. Basta ler o blogue dele para perceber que nada sabe de energia, nem de vinha, nem de economia, de turismo, nem de paisagem, e que, no fim de contas, não passa de mais um tosco cultural, dos muitos que tornam Portugal um não-lugar, ainda por cima mal frequentado.

    Coitado, Seixas da Costa nem se dá conta do erro que o país está a cometer.

    O seu nome, como os de outros irresponsáveis da mesma laia, vão ficar para sempre associados a um crime ambiental que não passou de uma operação financeira para a EDP, e de um favor ao Governo de José Sócrates, que à época andava com o défice a rebentar pelas costuras.

    A EDP adiantou 250 milhões por conta da barragem. Agora só falta o betão, dizia o laranja Mexia. E um Embaixador, digo eu.

     

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    “Without the Marshall Plan, your bread would be bare and so would your children.”
    Image @ Library of Congress.

    Maria João Rodrigues, alma mater de António Costa, propõe mais dívida pública e mais dívida externa para salvar o país da pobreza, e para recuperar a Europa. Chama-lhe New Deal europeu. Será uma boa solução?

    During the “dirty thirties” many thousands of farmers saw their livelihoods literally blow away. Making matters worse, most had gone deeply into debt to increase production, and when the drought struck, their creditors closed in. Driven off their lands, they became part of the army of persons displaced by the Great Depression. 

    […] 

    The New Deal stabilized the economy and mitigated the worst of the Depression, but full recovery came only after December 1941, when America’s entrance into World War II triggered federal spending many times that under the New Deal. 


    —in The Great Depression, the New Deal, and World War II in the American West, by Elliott West

    New Deal? Não, não foi o New Deal que salvou a América da Grande Depressão, mas sim a Segunda Guerra Mundial e o Plano Marshall (European Recovery Program). Sem esta sangria mundial os Primeiros 100 Dias de Franklin D. Roosevelt, que deram início ao “new deal for the American people” (1933-1934, 1935-1938) não teriam atingido plenamente os resultados pretendidos. O preço final da saída da Grande Depressão de 1929-1933 foram centenas de milhões de mortos e milhões de casas e infra-estruturas destruídas na Europa e na Ásia, senhora Professora!

    Mas uma coisa percebemos desta entrevista: Maria João Rodrigues, e não Mário Centeno, é a alma mater de António Costa. Daí a importância desta publicação do Jornal i, e a necessidade de a desmontar, para evitar ilusões que acabam em dissabores amargos.

    Maria João Rodrigues. Exigir solução radical para a dívida é contraproducente 

    Jornal i, Ana Sá Lopes, 05/03/2016 

    Maria João Rodrigues, uma das maiores especialistas portuguesas em assuntos europeus, vice-presidente da família socialista europeia, acabou de conseguir aprovar um relatório pelo Parlamento Europeu em que conseguiu os votos do PSD e do CDS – integrados no Partido Popular Europeu – contra as políticas de austeridade. Em entrevista ao i, defende a urgência de aprovar um New Deal europeu que ponha a União Europeia a crescer. Quanto à dívida portuguesa, afirma que o problema tem de ser enfrentado, mas deve evitada “uma visão dramática”, leia-se exigir a reestruturação.

    …para se atingir um New Deal europeu, o primeiro passo a conseguir é identificar esse New Deal dentro da família social-democrata europeia. Se se conseguir isso, será mais fácil depois consegui-lo, de forma transversal, com as outras famílias políticas. Acho que a família política onde este New Deal pode ser conseguido mais facilmente – embora não seja fácil – é a família social-democrata.

    […]

    Está provado que quando reduzimos as desigualdades sociais, os grupos sociais mais desfavorecidos, ao adquirirem capacidade de compra, gastam mais. E isso dinamiza a economia. Esta recomendação foi consagrada no Parlamento Europeu pela primeira vez. Isto quer dizer que as prioridades da política económica para o próximo ano mudam substancialmente em relação aos anos anteriores. Até há pouco tempo, o policy mix estava centrado em duas ideias: consolidação orçamental a grande ritmo, com o argumento de que o nível dos défices e dívidas era muito elevado, e reformas estruturais voltadas para apoiar essa consolidação orçamental, ou seja, cortes nos sistemas de proteção social e privatizações. Agora há uma mudança, em primeiro lugar porque se acrescentam outras duas prioridades, que é o investimento e a aposta na procura interna. Mas além disso há também uma alteração do que se preconiza para as reformas e para a consolidação orçamental. E isso foi também consagrado neste meu relatório, que neste momento é do Parlamento Europeu.

    A colagem da socialista Maria João Rodrigues à memória da Grande Depressão e do New Deal, tendo tido porém o cuidado de evitar qualquer referência à Segunda Guerra Mundial, deixa a sua equação fatalmente desprotegida. Bastará olhar para os gráficos do crescimento, do desemprego e do emprego industrial à época para se perceber que o New Deal perdia claramente força em 1937, e só a entrada dos americanos na guerra lhes permitiu sair do buraco.
    O que lançou os Estados Unidos num ciclo de expansão económica sem precedentes foi o instantâneo e exponencial crescimento da procura externa. Mesmo num tão vasto território em fortíssima expansão demográfica a procura interna não teria sido suficiente para retirar duradouramente a América do atoleiro financeiro gerado em Wall Street. O Sonho Americano nasceu da destruição da Europa e do holocausto nuclear que infligiu ao Japão. Mas trinta e cinco anos depois dos famosos 100 dias de Franklin D. Roosevelt, em 1973, este sonho começaria a decair.
    O chamado debt spending deixou de ser uma alavanca garantida para as economias que perdem velocidade, sobretudo depois de terem sido levantadas as barreiras alfandegárias à escala global e depois da implementação da livre circulação de capitais. O capital, por definição, procura as mais altas taxas de rentabilidade disponíveis nos mercados, seja especulando com os preços das matérias primas, das moedas, ou do dinheiro, seja orientando-se em direção às economias mais competitivas, quer dizer, fiscalmente mais atrativas e com melhores índices de produtividade, seja por fatores tecnológicos, pela qualidade da gestão, ou pelos custos salariais. 
    Nos últimos quarenta anos, mais precisamente depois da morte de Mao Tsé-Tung (1) e do regresso em força de Deng Xiaoping, em 1976,  a China foi paulatinamente ocupando o lugar de maior exército laboral de baixo custo e maior exportador do planeta. As sociedades da Europa ocidental, dos Estados Unidos, Canadá, Australia e Nova Zelândia, dotadas de sistemas avançados de proteção social, acabariam por sucumbir comercialmente a esta troca cada vez mais desigual. As taxas de crescimento dos países ricos e desenvolvidos foram decaindo, as poupanças pública e privada passaram a endividamento crónico, os salários declinaram, o desemprego assumiu proporções dramáticas e sistémicas, a criação de novos empregos foi sendo cada vez menos expressiva, a atividade económica orientou-se preferencialmente para a especulação e para a dependência da procura pública, em suma, enquanto as economias de bolha foram gerando aparências de prosperidade, na verdade, o que surgiu foram sociedades e governos sobre endividados, ou mesmo no limiar da bancarrota.
    O maior problema das economias desenvolvidas da América do norte, da Europa ou do Japão são os chamados entitlements, isto é: como financiar as responsabilidades assumidas pelos estados perante os seus cidadãos, e nomeadamente perante os contribuintes e eleitores?

    O regresso do lóbi da Macau
    António Costa parece ter reaberto o caminho ao lóbi de Macau, isto é, aos defensores de uma TAP pública, mesmo que perdendo os milhares de milhões de euros que vamos pagando sob a forma de resgates cor-de-rosa e vermelhos. Na realidade, a TAP é o único argumento e alavanca político-partidária capaz de justificar a construção de um Novo Aeroporto de Lisboa, ao qual se somariam uma Terceira Travessia do Tejo e ainda a famigerada ligação ferroviária de alta velocidade entre Lisboa e Madrid. 
    Das palavras e sobretudo dos silêncios do atual ministro do Planeamento e Infraestruturas, Pedro Marques, sobre a incorporação da Base Aérea do Montijo no Aeroporto de Lisboa, ao obscuro envolvimento pro bono (!) de Diogo Lacerda Machado, administrador da Geocapital —empresa de Stanley Ho de que Almeida Santos fazia parte—, ficamos com a sensação de que as ilusões de Maria João Rodrigues servem que nem uma luva aos sonhos húmidos de quem já provou não conseguir nada melhor do que atirar Portugal para as garras dos nossos credores, parte dos quais não passam de fundos de investimento especulativo, como se tem constatado nas guerras em volta dos swaps associados ao ruinoso setor público de transportes, do Banif, e do ex-BES.
    Ironia suprema: o PCP parece alinhar com tudo isto. Em nome dos trabalhadores, claro!
    NOTAS
    1. A saída do isolamento da China começou no início da década de 1960, na sequência da descoberta das suas importantes reservas petrolíferas, em Daqing (1959).
     

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    in Expresso 5/3/2016 (pormenor)

    From LIFT to NIFT, quer dizer: cidades-região de Lisboa e Porto

    Expresso, 5/3/2016
    Lisboa é uma metrópole em arco e precisa de um lift global 

    A Câmara de Lisboa e a Fundação Gulbenkian concertam estratégia de promoção da região, de Leiria a Sines.

    A este propósito ler as minhas crónicas sobre as cidades-região de Lisboa e Porto… desde 2009. Basta escrever na caixa de Pesquisa a expressão ‘cidade-região’.

    Destaco sobre o assunto, que aliás correspondeu ao início da intervenção de António Costa no debate sobre o Orçamento, a que ninguém ligou peva, estes dois textos publicados, respetivamente, em 2009 e 2011.

    sábado, julho 18, 2009
    Por Lisboa 27 | Região Autónoma de Lisboa, já! 

    O desenho não está ainda bem definido, mas andará numa geometria a meio caminho entre a antiga Região de Lisboa e Vale do Tejo (cerca de 3,5 milhões de habitantes) e a actual Região de Lisboa (2,8 milhões de habitantes). O importante mesmo é exigi-la quanto antes.

    terça-feira, maio 29, 2012
    A caminho da Grécia? 

    O principal da reforma autárquica deve começar pelas regiões de Lisboa e do Porto, e não pelas freguesias rurais! É em Lisboa e no Porto que se deve eliminar a principal gordura autárquica, fundindo freguesias, e sobretudo criando duas cidades-região como são hoje todas as grandes cidades que funcionam bem: Londres, Paris, Pequim… 

    No caso de Lisboa, o ponto de partida deveria ser o regresso ao conceito de uma cidade-região decalcada do mapa da antiga Região de Lisboa e Vale do Tejo, o qual só foi abandonado para efeitos estatísticos e de angariação de fundos do QREN (por causa do embuste aeroportuário da Ota?).  

    Esta cidade-região seria, como a de Paris, ou a de Pequim, organizada em anéis ou semi-circulares, de Lisboa para a Grande Lisboa e desta para a região de Lisboa, marcada por dois grandes rios: o Tejo e o Sado. Uma assembleia com 50 deputados, um por cada um dos concelhos, um executivo formado por um presidente e nove vice-presidentes, e 30 ou 40 unidades técnicas de gestão (Pequim tem 47), dariam coerência, riqueza conceptual, coesão, e grande força democrática às decisões estratégicas. As freguesias da cidade-região deveriam reunir-se anualmente em congresso, tecnicamente bem assessorado, com a missão clara de reforçar o exercício local da democracia e garantir um desenvolvimento equilibrado de todo o território municipal. A poupança, a eficiência e a capacidade de idealizar e desenhar a nova metrópole sustentável (urbana, suburbana e rural) para o clube das grandes cidades-região polinucleares mundiais seria quase imediato. Numa década a criação das cidades-região de Lisboa e do Porto, marcadas pela sua história e urbanidade, mas também pelos seus estuários e pelas suas cuidadas zonas e riquezas agrícolas mudariam radicalmente a performance estrutural do país.

    Ainda sobre este tema ler as teorias de Richard Florida sobre as mega-regiões (pdf), para dar o seu a seu dono…

    The Rise of the Mega-Region
    by Richard Florida, Tim Gulden e Charlotta Mellander
    October 2007

     

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    O fraco ‘load factor’ em muitas rotas da TAP serviu propósitos inconfessáveis

    Assim anda a TAP revertida do Costa e companhia…

    Comentário de Rui Moreira sobre a imagem que ilustra este post: “colocado esta manhã no Facebook de um viajante. Voo Lisboa – Gotemburgo. Este deve dar lucro.”

    Ao que parece o dito voo transportou 13 pessoas (pessoal de cabine incluído) entre Lisboa e Gotemburgo, e 110 no percurso inverso. Ou seja, 110+13=123. A média foi de 61,5. Quer dizer, o A320, que pode transportar entre 150 e 180 passageiros em cada voo (300 a 360 nos dois sentidos), teve um ‘load factor’, em ambos os sentidos, inferior a 50%.

    É este cadáver adiado, a TAP, que chegou a um estado comatoso por exclusiva responsabilidade do velho PS e do velho PSD, que a Geringonça das esquerdas quer agora, ruidosamente, resgatar dos credores e da incompetência—sabem lá eles de quem!

    Na verdade, o que persiste a bailar na rarefeita massa cinzenta da burguesia extrativa que temos, e da sua nomenclatura partidária, é o sonho de construir um novo aeroporto, muitas centenas de milhões de euros enterrados na especulação de terrenos depois, emprestados, recorde-se, pela falida banca indígena, que para estas e outras piratarias recorreu à banca e aos fundos abutres globais. Esta é uma fantasia conhecida, que raramente passou nos média, e que até o Jerónimo de Sousa parece não conseguir enxergar. Lá saberá porquê…

    A Geringonça mal sabe no que se meteu. António Costa, afinal, tinha um sonho na vida: ser primeiro ministro. Mais vale rei por um dia, que autarca toda a vida.



    Os resultados da reversão da TAP são cada vez melhores!


    Ryanair disposta a voar para a Madeira 

    NEGÓCIOS, Wilson Ledo | 03 Março 2016, 20:18 

    A companhia “low cost” já demonstrou disponibilidade para voar para a Madeira, estreando-se no arquipélago. O autarca Paulo Cafôfo pede urgência ao Governo regional. Para combater os preços praticados pela TAP e Easyjet.

    Estudo. TAP é a quinta pior companhia aérea do mundo 

    Jornal i, 03/03/2016 08:16 

    Estudo internacional baseado nas reclamações dos passageiros coloca a SATA em último lugar 

    A TAP e a SATA estão entre as piores companhias aéreas do mundo no que respeita à qualidade dos serviços e à gestão de reclamações. No estudo internacional divulgado esta quinta-feira em vários países, como Inglaterra e EUA, a SATA é dada como a pior companhia entre as 34 que foram analisadas. Já a TAP é considerada a quinta pior companhia aérea do mundo. O estudo foi feito pela AirHelp, uma start-up fundada em 2013, em Silicon Valley, nos EUA, já com colaboradores em todo o mundo e a operar em Portugal.

    Costa aflito prepara-se para pranchar Fernando Pinto

    O Governo, aflito com as asneiras e manobras protagonizadas pelo lóbi do NAL da Ota em Alcochete, e pela Geringonça, já encontrou um bode expiatório: Fernando Pinto, o gaúcho que foi contratado pelo PS no ano 2000, para privatizar a TAP!

    A folha de despedimento com justa causa (a falência da companhia) vem já a seguir.

    Fernando Pinto merece, sem dúvida, um processo de despedimento, mas os piratas que usaram a TAP para levar por diante o embuste do Novo Aeroporto de Lisboa merecem ser investigados, acusados e metidos na prisão. Lá chegaremos um dia. Os grandes capi deste mundo não perdoam.

    O que sempre esteve em causa, e pelos vistos ainda faz sonhar alguns piratas do velho Bloco Central, é isto: sem TAP não há NAL!

    Sem esgotar artificialmente a Portela não teria havido nunca forma de justificar o NAL. Para esgotar artificialmente a Portela teria sempre sido necessário segurar ‘slots’, e rotas a perder dinheiro anos a fio, endividando a empresa até ao tutano. A frota, essa, envelheceu até se tornar irremediavelmente obsoleta face à concorrência e sobretudo face às Low Cost. O resultado está à vista: mais de dois mil milhões de euros de passivo acumulado (Relatório e Contas de 2014), prejuízos operacionais sucessivos, financiamento estatal oculto (nomeadamente através a Parpública e do ex-BES), empréstimos de cobrança duvidosa estacionados numa banca que rebenta dia a dia, e ainda a encomenda de 88 Airbus, cujo preço de catálogo supera os 12 mil milhões de euros, mas que ninguém sabe como pagar.

     

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    Business analyst

    Esse artigo foi escrito pelo Leonardo Puchetti Polak, editor do blog LP Produtividade, especialmente para os leitores do Saia do Lugar.

    Conforme os anos passam, mais e mais pessoas estão voltando os olhos para estratégias e técnicas de produtividade pessoal.

    Aumentaram a procura por aplicativos que otimizam processos, a procura por computadores mais rápidos, e por tecnologias de comunicação remota, que permitem que deixamos de “perder tempo” e passemos mais tempo produzindo e progredindo no escritório.

    Todos nós buscamos fazer o máximo com o tempo que possuímos.

    Afinal de contas, esse é um dos poucos recursos que nunca recuperamos.

    Se perdemos dinheiro, podemos recuperar, se perdemos saúde, podemos recuperar, mas se perdemos tempo, aí não há solução.

    Nessa tentativa de otimizarmos cada vez mais a utilização do nosso tempo, acabamos desenvolvendo alguns hábitos que muitas vezes fazem justamente o oposto.

    Fazem com que acabemos menos produtivos.

    Portanto, aqui estão cinco maneiras contra intuitivas de como levar uma vida mais produtiva.

     

    • Procrastine Mais

     

    O fato é, nós não somos capazes de trabalhar de maneira produtiva por 8 horas consecutivas, todos os dias da semana.

    Em alguns dias, dependendo da pressão que está enfrentando no trabalho, ou da sua capacidade de entrar em estados mentais de alta concentração, você até pode conseguir um ou dois dias por semana com 8 horas altamente produtivas.

    Em contraposto, na maior parte dos dias, sua cabeça vai precisar de algumas folgas, algumas pausas para aliviar a pressão e pensar com mais clareza sobre os problemas que está passando.

    Infelizmente, algumas pessoas não consideram essa necessidade fisiológica que temos de espairecer a cabeça, de darmos um tempo para nossos pensamentos se organizarem, e para planejarmos com mais maturidade as nossas ideias.

    Essas pessoas agendam tarefas e compromissos no seu calendário como se tudo fosse urgente.

    Passam o tempo de forma reacionária, buscando apenas eliminar o maior número de tarefas da sua lista de afazeres.

    Em decorrência disso, deixam de lado tarefas genuinamente importantes, apenas porque essas não possuem um prazo, ou uma data limite.

    Meu conselho é então para que largue a cultura imediatista e dê permissão para você mesmo para tirar o tempo o apropriado para concluir suas tarefas.

    Se não temos tempo nem mesmo para pensar e planejar adequadamente sobre a próxima tarefa, como faremos para nos sentir realizados com o nosso trabalho.

    Como diz Tony Robbins: “Sucesso sem realização pessoal é o maior dos fracassos”.

    Expanda a sua visão, e agende compromissos no seu calendário para datas mais longas, talvez meses ou até mesmo anos no futuro.

    Tenho certeza que assim você se sentirá muito mais feliz com seu trabalho e terá mais tempo para cuidar da sua saúde, tanto física, quanto mental.

    Artigo Relacionado: “Como se tornar um procrastinador eficiente”.

     

    • Aceite que Menos é Mais

     

    Seguindo a mesma linha de pensamento, quando estamos apenas riscando o maior número de tarefas da nossa lista de afazeres, podemos até mesmo nos sentir produtivos, entretanto, produtividade não é relativa a fazer muito em pouco tempo, mas a fazer muito das coisas certas, em pouco tempo.

    Quando não paramos para planejar, e ganhar perspectiva do que estamos fazendo, não conseguimos saber quais são as tarefas que mais contribuem para o nosso desenvolvimento pessoal, ou para o desenvolvimento do nosso negócio.

    Como dita o Princípio de Paretto: “20% dos seus esforços resultam em 80% dos seus resultados”.

    Aprenda, portanto, a priorizar as tarefas que lhe trazem os maiores resultados, e perceba que apenas “fazer mais em menos tempo” não é a melhor forma de medir a sua produtividade.

    Artigo Relacionado: “Por que menos é mais? O Poder do Essencial”.

     

    • Permita-se ter alguns pequenos vícios

     

    Para esclarecer, quando eu falo de vícios, eu estou falando de assistir vídeos no YouTube, ou jogar vídeo game, ou passar um tempo nas redes sociais.

    Quando você dita para você mesmo que não pode fazer essas coisas, a resposta natural do cérebro é querer fazê-las ainda mais, o que geralmente acontece em momentos inoportunos do dia.

    Com isso, é natural desenvolver a tendência de passar ainda mais tempo do que realmente seria necessário nessas atividades, e acabar se arrependendo.

    Seja honesto com você mesmo.

    Se você gosta de realizar essas atividades, reserve um horário no dia para dedicar a elas.

    Como resultado, você provavelmente aliviará a vontade de realizar essas tarefas durante seu trabalho, e conseguirá aproveitar muito mais esses pequenos vícios que você possui.

     

    • Tire uma soneca na metade do dia

     

    Você sabia que empresas como a Nike, Google, Pizza Hut, entre outras disponibilizam salas para que seus colaboradores tirem um cochilo no meio do dia?

    Isso acontece porque alguns estudos indicam que um sono leve no final da manhã, ou no início da tarde, pode aumentar muito a sua produtividade.

    Esses estudos mostram que 20 minutos de sono já são o suficiente para aumentar os níveis de performance, vigília, e autoconfiança dos indivíduos, para que assim executem de maneira mais eficiente as demais tarefas do seu dia.

    Dessa forma, caso esteja se sentindo cansado, ou tenha aquela sensação de cabeça cheia na metade do dia, considere ir até algum lugar onde não possa ser interrompido, coloque 20 minutos em um cronometro, feche os olhos e relaxe seus músculos.

    Deixe a cabeça divagar, e mesmo que você não durma exatamente, tenho certeza que sua energia e motivação para prosseguir com as obrigações do dia ficarão muito maiores.

    Artigo Relacionado: “Power Nap: Como um cochilo no meio do dia pode aumentar sua produtividade”.

     

    • Evite Multitarefar

     

    Você provavelmente já leu, ou ouviu isso em algum lugar, que “multitarefa”, ou realizar diversas tarefas ao mesmo tempo, é um mito.

    Nossa cabeça é incapaz de prestar atenção em duas ou mais tarefas ao mesmo tempo.

    O melhor que podemos fazer é alternar rapidamente entre uma tarefa e outra, entretanto isso possui o desagradável ônus de nos deixar menos produtivos.

    Ao alternar entre tarefas, nosso cérebro precisa de um intervalo de tempo para começar a pensar e operar com facilidade sobre aquela tarefa, sendo um desperdício de tempo e energia.

    Dessa forma, embora possa parecer tanto para você, quando para os outros, que realizar diversas tarefas ao mesmo tempo otimiza a utilização do seu tempo, lembre-se que diversos estudos já provaram o contrário.

    Ao executar uma tarefa com foco total, você permite que a tarefa seja concluída rapidamente, e cria uma motivação a mais para fazer a próxima tarefa, e também concluí-la.

    Portanto, para um dia mais produtivo, ao invés de focar no número de tarefas que estão sendo feitas, preste mais atenção no número de tarefas que estão sendo finalizadas.

    • Sejamos honestos

    É uma tendência natural querermos multitarefar quando estamos muito apurados, querer aproveitar todos os minutos do dia, e não fornecer um tempo necessário para nosso descanso, e querer completar a maior quantidade de tarefas possível, mesmo sem planejamento.

    Ainda assim, esses tipos de atitude são prejudiciais a longo prazo, e fazemos bem em criar hábitos que sejam mais condizentes com o que nossa cabeça realmente está programada para fazer.

    Dessa forma, aceite que sua cabeça precisa de tempo para espairecer, que precisa de tempo para descansar, que possui alguns vícios, e que nem sempre isso é ruim para você.

    Além disso, de uma vez por todas, aceite que sua cabeça apenas consegue focar em uma tarefa de cada vez, e que trabalha melhor dessa forma.

    Mime-se um pouco mais, e aproveite melhor o seu tempo!

    “O tempo não possui um propósito por si só, a não ser que nós escolhamos dar a ele um significado. ” – Leo Buscaglia

     

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    content marketing playbook

    Ano passado visitei o Brasil para palestrar sobre growth hacking no RD Summit 2015.

    Lá, conheci o time da Rock Content e conversamos sobre um livro que eu lancei no EUA chamado Content Marketing Playbook.

    O Content Marketing Playbook é o material perfeito para qualquer um que deseja construir em suas empresas máquinas de marketing de conteúdo para aumentar sua visibilidade, tráfego e vendas.

    O ebook contém detalhes aprofundados de minhas técnicas, estratégias e ferramentas utilizadas para aumentar a produtividade e o sucesso.

    Depois de conversar com a Rock Content sobre os bons resultados de meus livros (30.000 cópias vendidas em 2015), decidimos traduzir e lançar uma versão especial do Content Marketing Playbook em português para ajudar as startups e empresas brasileiras a crescerem com o marketing de conteúdo.

    Estou muito empolgado em anunciar que a nova versão está sendo lançada hoje e está disponível por apenas R$ 9,99 e você pode ler os primeiros capítulos gratuitamente:

    content marketing playbook

    Obrigado,

    Sujan Patel

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    leads

    Muita coisa se fala a respeito dela. Que ele é necessária.

    Que ela tem papel fundamental para que se obter sucesso numa estratégia de marketing digital.

    Que ele tem papel importante para o seu conteúdo e para uma boa gestão do seu funil de vendas.

    A lead.

    Termo estranho, em língua estrangeira.

    O que é lead? Para que ela serve? Por que se fala tanto nela? São muitas perguntas e para poder responder a todas elas elaboramos este artigo.

    Portanto, se você ainda não sabe ou tem alguma dúvida sobre a sua utilização, não deixe de continuar a leitura!

    Afinal de contas, o que é lead?

    Lead é um termo da língua inglesa que não possui uma tradução simples para o nosso português.

    Pode ser entendido como condutor, liderança, chefia.

    Quem já trabalha ou estuda marketing sabe que sua aplicação bastante a ver com essas três traduções, embora nenhuma delas possa ser usada diretamente.

    Na verdade, lead é o nome dado para aquelas pessoas dentro do seu público-alvo, que se interessaram pelo conteúdo da sua marca e resolveram saber mais sobre ela, inclusive produtos e serviços.

    Quando pensamos que é necessário sempre fazer estratégias de marketing voltadas para o seu cliente percebemos que todas aquelas palavras em português que encontramos acima se aproximam do sentido da lead.

    Ela é o seu foco, seu objetivo e o que deve liderar os pensamentos na hora de produzir e distribuir seu conteúdo, pois é a partir delas que será possível utilizar seu marketing digital para conquistar mais clientes.

    Qual o papel da lead?

    Você já conhece o funil de vendas?

    Ele é uma ferramenta de gestão de oportunidades de venda, correto? Com ele você transforma o seu público de meros desconhecidos a clientes e promotores da sua marca.

    A lead é um dos papéis desempenhados pelo seu público no funil de conversões. Vamos relembrar esses personagens:

    • Primeiro, ele é um estranho, com necessidades e desejos.
    • Depois ele conhece seu negócio e se torna um visitante da sua página, blog, perfil.
    • Ao perceber no seu conteúdo a oportunidade de sanar essas necessidades e desejos, ele se torna uma lead.
    • A sua equipe de vendas percebe essa lead e passa a trabalhar, junto com o marketing, para fazer com que ela enxergue a sua marca como a melhor resposta para o que procura.
    • Então, ela fecha a compra e se torna, finalmente, cliente.
    • Ao perceber a boa experiência que teve durante esse processo, passará a ser uma promotora da sua marca diante do seu grupo social.

    Ao visualizar essa troca de papeis do seu público no funil de vendas fica mais fácil não apenas saber o que é lead na prática, mas entender onde ela se insere dentro do processo de aquisição de clientes.

    Agora, o que faz, especificamente, um visitante se tornar uma lead?

    Falamos acima sobre a mudança de papéis de forma generalizada.

    Então, a questão que fica é: qual o pulo do gato? Qual é aquele momento em que a sua equipe pode dizer: pronto! Mais uma lead captada!

    Na verdade, para responder essa pergunta, precisamos entender um pouco mais sobre o papel anterior a esse, o do visitante.

    Vamos imaginar o seguinte: você precisa comprar uma bola de futebol americano para um parente como presente de natal.

    A questão é que você não sabe como é esse produto e segue para o São Google para obter a resposta sobre o assunto, perguntando “o que é bola de futebol americano”.

    Aí, num dos primeiros resultados, dá de cara com uma postagem de blog que explica a diferença entre os tipos de bolas para os mais variados esportes.

    Aí você começa a buscar os outros artigos sobre o assunto e descobre fatos interessantes sobre esse esporte ainda pouco popular por aqui.

    Pronto, você é um visitante.

    Em uma dessas postagens, você, que já está achando esse negócio de futebol americano interessante, percebe que pode concorrer a um sorteio de uma bola autografada por um super jogador, o Tom Brady.

    Para concorrer, basta inserir seu nome, email e algumas informações complementares, como o motivo do seu interesse no esporte.

    Nesse momento, a lead é gerada.

    E é aí que a coisa fica interessante.

    O dono do blog é uma loja de produtos esportivos. Ele percebeu que você ficou tão interessado em futebol americano que até enviou seu endereço de email.

    Essa loja, é lógico, vai trabalhar a partir das informações que você enviou para tentar fazer com que você consiga comprar a bola com eles. Estabelecer contatos e alimentar o interesse.

    Ou seja, ele vai trabalhar a lead para se tornar cliente.

    E na hora de fechar a compra da bola, você vai preferir ir para onde?

    É lógico que sua preferência vai recair sobre o conhecido, sobre a loja que te ensinou tudo o que você sabe sobre o esporte e o produto.

    E o mais legal de toda essa história é que todo mundo sai ganhando.

    Você, a loja, quem vai receber o presente e muita gente ao seu redor.

    Porque você vai contar essa história quando for dar a bola de presente de natal e seus parentes vão, provavelmente, marcar essa loja para as próximas compras.

    Um baita final feliz, não é mesmo?

    Por que ela é tão importante para o seu negócio?

    A partir da história acima percebemos porque todo mundo no marketing digital está tão preocupado em saber o que é lead e em como conquistá-la.

    Porque sua estratégia digital não serve apenas para educar o público alvo. Ela tem como objetivo primordial auxiliar nas suas vendas e na fidelização da clientela.

    Por isso, é preciso desenhar seu conteúdo para que ele possa atender às dúvidas de clientes e trabalhar os seus canais (blog, redes sociais, site) para que o máximo possível de interessados possa chegar a todas as informações que você tem a oferecer.

    Tem alguma dúvida sobre o assunto? Você já sabe o que é lead? Deixe um comentário abaixo!

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    Clique para ampliar. Gráfico interativo: aqui.

    É tempo de falar verdade, em vez de tergiversar

    Juros da dívida portuguesa descem em dia de debate do OE Jornal de Negócios. Rui Barroso | 22 Fevereiro 2016, 10:32 

    A taxa exigida pelos investidores passou abaixo de 3,4%, com uma descida de quatro pontos base em relação a sexta-feira. A “yield” é de 3,398%. O dia também está a ser de descidas ligeiras nas taxas italianas e espanholas. Nas obrigações italianas a dez anos, a “yield” desde 3,1 pontos base para 1,533%. Já nos títulos espanhóis, a taxa desce de 1,705% para 1,698%. 

    A queda das taxas portuguesas ocorre no dia em que o Parlamento começa a discutir o Orçamento do Estado e depois das obrigações nacionais terem passado por alguma pressão do mercado. A 11 de Fevereiro, a “yield” a dez anos ultrapassou durante a sessão a fasquia de 4,5%, com alguns bancos de investimento a mostrarem preocupação sobre a decisão da DBRS sobre o “rating” de Portugal. A agência canadiana é a única das consideradas pelo BCE que avalia a dívida nacional acima de “lixo”, condição para que as obrigações portuguesas sejam incluídas nas compras do banco central.

    A dívida portuguesa é a mais cara da zona euro. O título do Jornal de Negócios é, portanto, enganador. Os ‘yields’ da dívida pública portuguesa (3,398%) a 10 anos superam em mais de 10x a média dos títulos triplo AAA da zona euro (0,332% em 18/2/2016), e quase 4x mais elevados que a média de todos os títulos da zona euro (0,958%). Como sublinhou o FMI, a dívida portuguesa é a mais cara da zona euro.

    O Dinheiro Vivo cita um estudo de economistas do FMI – “Fiscal costs of contingent liabilities” – que afirmam que Portugal foi a quinta economia, entre 80 países, com os piores passivos contingentes do séc. XXI.

    E falta ainda incluir nas contas do FMI as responsabilidades públicas contratuais de 120 PPP: 35% do PIB!

    O FMI refere que os contribuintes pagaram 24,5% do PIB – cerca de 43 mil milhões de euros – a bancos (11% do PIB) ou empresas públicas (12,1%). O valor acabou por ir parar à dívida portuguesa, que é hoje a mais cara da zona euro.

    As esquerdas lembram-se sempre dos bancos, para cujo buraco tanto contribuíram ao exigirem-lhes o financiamento do regabofe populista partidário, mas esquecem-se invariavelmente do regabofe das empresas públicas, falidas em consequência da mesma lógica que conduziu ao fim da banca portuguesa.

    Euro area yield curveEuropean Central Bank/ Eurosystem
    The euro area yield curve shows separately AAA-rated euro area central government bonds and all euro area central government bonds (including AAA-rated). It is updated every TARGET business day at noon (12:00 CET). No data or other information are provided regarding any day on which the relevant trading venue from which the euro area yield curve data are sourced is not open for business.
    A yield curve is a representation of the relationship between market remuneration rates and the remaining time to maturity of debt securities. A yield curve can also be described as the term structure of interest rates. The ECB publishes several yield curves, as shown below.

     

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    Após o Aeroporto da Portela, também a TAP acabará por ter novo batismo

    TAP é a nuvem, mas alguém perguntou por Juno?

    LUÍS MÓR: “Acho que a sua entrada [da Ryanair] – e de outras companhias ‘low cost’ [transportadoras de baixo custo] – em Lisboa é um grande equívoco porque pode inviabilizar um segundo aeroporto”…. in Notícias ao Minuto (07/10/13).

    Eis a explicação dada em 2013 para a manutenção, à custa do contribuinte, de uma empresa mal gerida e falida chamada TAP. Sem a saturação artificial da Portela, sem o monopólio da TAP na Portela, e sobretudo sem uma TAP pública, seria impossível justificar um grande negócio chamado NAL, Novo Aeroporto de Lisboa. Foi penoso assistir à colaboração de tantos técnicos e instituições indigentes na impossível demonstração de que a Portela se encontra saturada há mais de uma década.

    O NAL começou, no atual regime, por ser na Ota. Mas já no tempo de Marcello Caetano foram condicionados os usos de terrenos na margem sul do Tejo (triângulo de Rio Frio, Canha, Alcochete) para o efeito. Mas voltando ao NAL da Ota, construiu-se, a contar com o ovo no cu da galinha, a chamada auto-estrada do Ribatejo, A10, com uma longa ponte sobre o Tejo, com mais de 12Km, e o maior nó rodoviário do país (Carregado), e iniciou-se a construção da gigantesca plataforma logística fantasma de Castanheira do Ribatejo, tudo à conta do que viria a revelar-se uma operação de especulação e assalto à riqueza nacional sem precedentes. Alguém inquiriu? Foi alguém preso? Que eu saiba, não.

    Mais tarde, quando Sócrates transferiu o NAL para as terras de Jamé, piratas acolitados no BPN encaminharam mais de 250 milhões de euros para a compra de terrenos em Rio Frio, contando, uma vez mais, com o ovo no cu da galinha, quer dizer, com um Novo Aeroporto de Lisboa, desta vez, em Alcochete (mais propriamente em Canha).

    Por sua vez, o PS do tempo de Almeida Santos, de João Cravinho e do ex-comunista Pina Moura imaginou com Stanley Ho a venda dos terrenos do aeroporto da Portela ao magnata chinês, os quais se destinariam à famosa, prometida e luxuosa Alta de Lisboa que, como sabemos, borregou (muitos apartamento da primeira fase acabariam vendidos a preço de saldo).

    Cereja em cima do bolo: a geringonça capitaneada por António Costa parece ter retomado a estratégia de desertificação aérea e ferroviária do país em nome do mais escandaloso e obscuro negócio do Bloco Central que, como se vê, está mais vivo que nunca. Repararam como o novinho ministro do Planeamento e Infraestruturas fugiu por três vezes às perguntas de José Gomes Ferreira sobre a solução Portela+1, i.e. sobre a solução Portela+Montijo? Para bom entendedor…

    Metida a Esquerda oportunista, populista e desmiolada na algibeira, há agora que dividir o PSD, dando a cidade-região de Lisboa a Santana Lopes e a cidade-região do Porto a Rui Rio. É nisto que Costa parece andar entretido. Veremos se o novo presidente eleito irá tragar esta fava.

    Rui Moreira venceu em toda a linha a estratégia furada da geringonça lisboeta, transformando a ofensiva TAP numa TAL—Transportes Aéreos de Lisboa

    As explicações dadas pela TAP sobre as desistências de várias rotas no Porto, além de serem um embuste estratégico, pois demonstram que a TAP não é competitiva (facto comprovado pela imediata corrida de outras companhias Low Cost, mas também de bandeira, aos slots deixados vagos pela TAP), revelam ainda quatro realidades escandalosas:

    1. a TAP continua em situação de insolvência;
    2. a TAP, sobretudo depois de conhecidas as dificuldades da Azul no Brasil, não é capaz de atrair capital para renovar a sua frota e proceder à inevitável restruturação da empresa, a qual implicará sempre despedimentos e indemnizações;
    3. a TAP é uma empresa político-partidária, mas estando falida, resta saber até onde poderá contar com mais ajudas de estado, nomeadamente do tipo das que ficaram escancaradas na privatização e posterior pseudo-reversão da mesma. Os contribuintes terão que desembolsar pela privatização da empresa 21,9 milhões de euros (10.000.000-1.900.000-30.000.000), mais o que o prometido ‘corte de cabelo’ nos créditos mal parados da TAP que a banca, nomeadamente a Caixa, têm por saldar. Qual é montante total destas dívidas bancárias da TAP? Os contribuintes têm todo o direito de saber, antes de embarcarem no clubismo patético de um qualquer cineasta do regime;
    4. a TAP foi varrida do Porto pela concorrência europeia, como já antes fora de Faro, e sê-lo-à em breve dos arquipélagos atlânticos. Q.E.D.: a TAP está rapidamente a transformar-se numa TAL—Transportes Aéreos de Lisboa. De onde a pergunta: terão os portugueses do país inteiro, fora e de dentro de portas, que continuar a sustentar o desvario político-partidário de uma empresa regional?

    ÚLTIMA HORA

    A Federação do Porto da Juventude Socialista “recusa aceitar que a TAP se transforme em TAL(isboa) e arredores”, cenário que atribui aos “instintos centralistas”, reclamando do Governo que “assuma os interesses nacionais”, colocando “termo à presente indefinição”.
    Jornal de Negócios





    Mensagem acabada de chegar do nosso correspondente Garganta Funda, de Sarilhos Grandes

    Dia grande para a Blogosfera, as coisas vão batendo todas certas. 

    Com a simplicidade e frontalidade que se lhe conhece propõe a Blogosfera que, no seguimento das “boas novas” anunciadas pela TAP, esta  passe a chamar-se TAL, ou “a TAL”.  

    As forças vivas do Norte (não foi apenas o Rui Moreira) resolveram o problema da TAP, e por cada rota cancelada da TAP a estratégia vai ser uma nova rota da Ryanair (e até de várias companhias de bandeira: British Airways, Lufthansa, Turkish Airlines, etc.), mandando o Costa e o seu parceiro Gaúcho meter a ‘ponte aérea’ num certo sítio.

    Bem sabemos que existem especialistas que juram a pés juntos que a Ryanair recebe subsídios, que é favorecida e outras tretas do género. Esquecem, por exemplo, que as antigas paixões do Luis Mor(mente) pelos lados da Rússia —o grande filão da TAP, lembram-se?— custaram cada uma a módica quantia de 100.000€. Sim, cada nova rota tem aproximadamente este custo.

    Espera-se igualmente alguma azia da imprensa que regulamente é convidada a viajar (e a passar férias) à conta da TAL, como é o caso da rapaziada do Económico. Por acaso, a amiga Hermínia anda muito calada, fazendo de conta de que “no pasa nada”, passando-se na verdade uma VERDADEIRA REVOLUÇÃO.

    NÃO FOI A TAL QUE ABANDONOU O PORTO, MAS SIM O PORTO QUE DEFINITIVAMENTE ABANDONOU A TAL

    Vai demorar algum tempo a perceber esta evidência, pois são conhecidas as limitações cognitivas de muitos a este propósito, mas é um facto que, paulatinamente, a TAL, pelo famoso efeito low cost, irá dar ao Porto a mesma configuração que deu a Faro.  

    É claro que no Funchal e em Ponta Delgada a TAP (como a SATA) estão cada vez mais ameaçadas, encerrando diariamente a sua actividade. Na SATA andam todos calados que nem ratos. Será que corre tudo sobre rodas?

    Da parte da AZUL, que ainda ontem veio oferecer aos seus colaboradores excedentários licença sem vencimento durante dois anos, esperando que a crise passe, fez contas e chegou à conclusão de que o financiamento de “investidores” chineses não chega para cobrir o passivo.  

    Presumo que sejam esses mesmos “investidores” chineses que reconverteram o seu “papel verde” em empréstimo à TAL com o devido aval do PM Costa. 

    Entretanto, a saída progressiva da TAL de alguns aeroportos europeus (pois quando eliminam uma rota europeia deixam de estar presentes, não apenas no Porto, mas também nas cidades europeias para onde voavam), levará a AZUL a reclamar os slots para si, pois, como poucos saberão, o real valor da TAP está nos slots que tem nos principais aeroportos europeus. Slots são as janelas temporais de descolagem disponíveis em cada aeroporto, normalmente -5 a +10 minutos relativamente ao horário de descolagem. 

    Podem acreditar, NADA VOLTARÁ A SER COMO DANTES, e então depois da chegada dos A321LR e dos B737LR (versão melhorada do B757), e de os vermos nas unhas das Low Cost, vamos ter a costa leste dos EUA e Canadá, e o norte do Brasil, a serem servidos por Low Cost. Será que esta nova encomenda de 100 B737 da Ryanair não contempla esse cenário? Acredito que sim. Quando este cenário se verificar o futuro dos voos intercontinentais da TAP, perdão, da TAL, perdendo dinheiro como pelos vistos perde desde que põe as suas aeronaves no ar, estará definitivamente condenado.

    O casamento da TAP com a falida Suissair foi um flop que saiu muito caro à empresa. Este casamento com a (falida) AZUL, seja lá em que proporção for, tem igualmente bastantes riscos. Deixa ver o que dizem os bancos credores, …, por enquanto os chinocas estão a pôr a mão por baixo,…. Resta saber até quando.

    53 novos aviões não será fruta a mais? 

    A AZUL tem aviões em excesso e está desejosa de os alugar à TAL, como se viu com os ATR-70-600 e a famosa ponte aérea Porto-Lisboa.

    No meio disto tudo, onde fica o Gaúcho? 

    Não foi ele quem afirmou que eram as “Low Cost que tinham que cuidar-se com a TAP”? Onde está “a esquadra brasileira que salvou a TAP”.

    TAL & QUAL.

     

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    Rendimento Básico Incondicional (RBI)

    Experiências multiplicam-se na Holanda, Finlândia, Índia, Namíbia e Canadá. E em Portugal?

    Em vez de um estado social falido, hipócrita, assistencial, prepotente e que humilha os cidadãos, precisamos de uma cidadania responsável que contemple o rendimento básico incondicional (RBI) como um ponto de partida realista para a cada vez urgente reforma social.

    Em vez de derreter milhões de milhões de euros no sistema bancário e especulativo e nas burocracias insaciáveis. que tal criar e entregar diretamente o dinheiro às pessoas? Que tal um Quantitative Easing for the People — como propõe, ainda que com uma distorção burocrática indesejável no modo de implementação, Jeremy Corbyn, o novo líder trabalhista inglês?

    Can the ECB create money for a universal basic income? 

    Guest post by Teemu Muhonen, originally posted on taloussanomat.fi
    Translation by Petri Flander, in BIEN—Basic Income  Earth Network 

    [extract] 

    The ECB to the rescue 

    In recent years, the European Central Bank (ECB) has tried to support the eurozone’s lagging inflation through “quantitative easing” (QE), a measure used by other central banks as well. The ECB has been buying securities from institutional investors such as banks, using large amounts of fresh money. 

    So far, national economies have not responded as hoped: despite the increase in the value of securities, consumer prices have stagnated. 

    Last year the leader of the British Labour Party Jeremy Corbyn promoted the idea of ​​”People’s QE” in which the Bank of England would channel money directly to citizens, not banks. 

    The proposal received wide support, and many people believe the ECB should follow suit. Even former IMF chief economist Olivier Blanchard praised the idea. 

    The expression that Corbyn used is misleading, however, because in his proposal the money is not channeled directly to the public, but to government, which then uses it to stimulate the economy through infrastructure projects and other measures. 

    Another model was suggested by a group of 19 economists, who signed a letter published in the Financial Times (FT) in March last year. They proposed that the money should be given directly to citizens of the eurozone countries. The idea was to use ECB money to give 175 euros per month to each citizen for 19 months. 

    Economist Milton Friedman once called this kind of payments “helicopter money”: it is as if the money is just thrown at people from the sky, with no strings attached. 

    Effectively, what the FT letter proposed was a eurozone-wide unconditional basic income paid by the ECB.

     

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    source: tradingeconomics.com

    Portugal Government Bond 10Y — Forecast 2016-2020 


    The Portugal Government Bond 10Y is expected to trade at 2.58 percent by the end of this quarter, according to Trading Economics global macro models and analysts expectations. Looking forward, we estimate it to trade at 2.91 in 12 months time.

    Trading Economics.

    Subidas dos juros implícitos da dívida pública portuguesa podem revelar-se menos preocupantes do que os valores empinados desta semana sugerem. 

    Há nitidamente uma pressão dos grandes fundos especulativos e dos chamados ‘investidores institucionais’ sobre a dívida portuguesa, sobretudo depois da ‘máquina zero’ do Banco de Portugal ter rapado 80% dos dividendos das obrigações seniores que detinham no Novo Banco ao verem transferidos os seus títulos para o banco mau, i.e. para o velho e falido BES.

    Ou seja, os yields a dívida pública portuguesa dispararam, sobretudo por causa do modo desastroso como as autoridades portugueses têm gerido contratos e responsabilidades, ora revertendo negócios, ora defraudando as expectativas financeiras de quem apostou no mercado financeiro português.

    A isto juntou-se um bom pretexto: a montanha mágica do Orçamento de 2016, que se foi revelando, dia após dia, um perfeito embuste ideológico e macro-económico.

    E como pano de fundo, para apimentar a coisa, e derivado anunciado do regresso dos petrodólares a penates, temos no horizonte próximo sinais de uma mega-crise financeira global.

    PS: sem bancos 100% indígenas (já que só restam a Caixa, o Montepio e o Crédito Agrícola, sendo os dois primeiros panelas de pressão à deriva), e com os ‘grandes’ bancos locais (BPN, BES, Banif, BCP, BPI….) em processo de fusão nuclear, ou de alienação a países estrangeiros (Angola, Espanha e China, para já…), onde é que a nomenclatura político-partidária que nos conduziu até aqui pensa que vai obter mais dívida a preços convenientes para manter a geringonça lusitana a funcionar? Da PIMCO ou da Black Rock, podemos esperar sobretudo litígios e algo ainda mais letal: um preço incomportável nas futuras emissões de dívida pública.

     

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    homem em um foguete

    Esse artigo foi escrito pelo Leonardo Puchetti Polak, editor do blog LP Produtividade, especialmente para os leitores do Saia do Lugar.

    Alguma vez você já sentiu que o tempo está passando rápido demais?

    Você chega ao final do ano e novamente reclama que já é Natal e que nem viu o ano passar.

    Bom, se você já se sentiu assim, esse texto é para você!

    Para a maior parte das pessoas, um dia típico seria:

    1. Acordar
    2. Se preparar para o trabalho
    3. Ir para o trabalho
    4. Trabalhar
    5. Voltar para casa
    6. Fazer tarefas relativas a administração da casa (compras e limpeza)
    7. Tirar um tempo para lazer (geralmente assistir televisão)
    8. Dormir

    Obviamente, existem diversos outros detalhes que entremeiam essas tarefas.

    Mas essa lista consegue cobrir o básico.

    Com o passar do tempo, tendemos a nos adaptar a essa rotina, e a fazê-la cada vez mais rápido.

    Aprendemos a que horas precisamos acordar e qual o horário ideal para pegarmos menos tráfego.

    Programamos qual o melhor dia para fazer as compras e qual o horário que já queremos estar na cama.

    Tudo isso é natural.

    Nossa mente e nosso corpo sempre procuram por padrões para desenvolver atividades repetitivas. Afinal de contas, o corpo é programado para economizar energia e não a desperdiçar.

    E existe forma melhor de economizar energia que fazer as coisas sem precisar ficar pensando muito?

    Artigo relacionado: Como criar (e manter) novos hábitos?

    Entretanto, se fazemos isso por muito tempo, acabamos encontrando problemas.

    A sensação de que o tempo está passando rápido demais é apenas um dos diversos efeitos colaterais de se levar uma vida reativa, onde você não interrompe seu ritmo incessante para pensar sobre o que está fazendo, e só reage aos estímulos que o ambiente te fornece.

    Você também começa a se sentir estressado e sobrecarregado em alguns momentos.

    Em outros, se sente desmotivado com a própria vida. Como resultado, geralmente perdemos a capacidade de ser intencionais e não conseguimos prestar mais atenção aos pequenos detalhes da vida, os quais são capazes de nos deixar mais felizes.

    Nos últimos anos, a ciência tem voltando cada vez mais os olhos para os benefícios de práticas como meditação e mindfulness (prática de trazer sua atenção para o que está acontecendo no agora).

    Um dos projetos que mais me chama muita atenção é conduzido por Matt Killingsworth.

    Matt estuda maneiras de sermos mais felizes utilizando esse aplicativo, capaz de enviar perguntas para pessoas em momentos aleatórios do dia, e vincular diferentes atividades a mudanças nos níveis de felicidade dos usuários ao longo do tempo.

    Artigo relacionado: Meditação: A melhor técnica cognitiva para ampliar seu desenvolvimento pessoal.

    Durante seus estudos, Matt conseguiu fazer uma relação muito interessante.

    Os usuários que reportavam passar mais tempo com a mente divagando, isso é, pensando sobre acontecimentos ou projetos que já aconteceram, ou que ainda irão acontecer (independentemente de essas memórias ou planos serem positivos ou negativos), reportaram níveis de felicidade significativamente menores que pessoas que passavam mais tempo com a mente no presente.

    Eu não pretendo me estender nesse assunto, e você pode encontrar a explicação do Matt neste vídeo.  

    Mas a conclusão que quero chegar aqui é que faz muito bem para nossa felicidade tirarmos um tempo no dia, mesmo que pequeno, para deixarmos de agir no “piloto automático” e para focar a mente no que está acontecendo no agora.

    Dito isso, vamos para a parte que realmente interessa.

    Primeiramente, encontre um cronometro e coloque nele 30 segundos.

    Você pode utilizar um cronometro online, como esse aqui. Em seguida, sugiro que faça o seguinte exercício:

    1. Tire 30 segundos para não fazer nada. Isso mesmo, 30 segundos não vão atrapalhar tanto assim a sua produtividade. Tenho certeza que todos nós podemos tirar esse tempo sem peso na consciência.

    Aproveite esse tempo para notar como você está se sentindo. Perceba se está com a musculatura tensa, se você está cansado, ou se sua respiração está ofegante.

    Foque alguns segundos nas sensações decorrentes de inspirar e expirar. Faça algumas respirações mais profundas para te ajudar a sair do modo automático.

    2. Pegue uma caneta e um papel, e escreva em 30 segundos uma lista de tudo o que você lembra que ainda deve ser feito.

    Reuniões, relatórios, compras. Coloque não apenas as tarefas que você precisa fazer, mas aquelas que você quer, ou também gostaria de fazer.

    Coloque tudo o que você lembrar no período de 30 segundos. Assim que esse tempo se esgotar, siga para a próxima etapa.

    3. Nos últimos 30 segundos (do total de 90 segundos), leia rapidamente a sua lista e escolha uma coisa para trabalhar hoje.

    Pode ser uma tarefa que você gostaria de fazer, mas há muito tempo tem procrastinado, ou uma que seja importante, e que você nunca encontrou tempo.

    É importante aqui que você se comprometa a progredir sobre essa tarefa ainda hoje, mesmo que o progresso seja mínimo.

    Basicamente é isso. Um exercício rápido, com apenas 90 segundos, capaz de aumentar sua perspectiva sobre o que deve ser feito, enquanto tira um tempo inicialmente para apreciar o agora.

    Caso queira passar mais do que 30 segundos no presente, você pode entrar nesse site e passar 2 minutos ouvindo o barulho das ondas.

    Todas as vezes que você mover o cursor do mouse, o tempo reinicia. De qualquer forma, 30 segundos devem ser o suficiente para você, ao menos no início.

    Fazendo isso, tenho certeza que você conseguirá ser mais produtivo que 90% das pessoas.

    Lembre-se que produtividade não é relacionada a fazer mais em pouco tempo, mas a fazer mais daquelas tarefas que realmente importam, no menor tempo possível.

    Eu quero ajudá-lo a ser mais produtivo.

    A ser mais consciente na sua vida e a aproveitar melhor o seu potencial.

    Eu busco fazer com que seu foco seja voltado a marcar as tarefas certas na sua lista de afazeres, e não a ticar todas as tarefas.

    Vá e tire 90 segundos para fazer esse exercício agora. Você vai se sentir agradecido por não ter deixado para depois!

     

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    O pico de crescimento americano deu-se na década de 1950. Capiche?

    Depois de 1972, quando há crescimento os preços da energia e do petróleo sobem, e vice-versa

    É a procura agregada, estúpido!

    Lá para 2018… quando o embuste do petróleo/gás de xisto americano
    ficar totalmente a descoberto, os USA voltarão a comprar no Médio
    Oriente, África, Canadá, Venezuela, Brasil, etc., mas quando tal
    suceder, o mais provável é que precisem de comprar euros para comprar petróleo.

    Ou
    seja, o castelo de cartas do sobre-endividamento americano acabará por
    ruir, e o dólar será então uma espécie de moeda-peste. Quando isto
    acontecer, o preço do petróleo será marcado em euros, mas não poderá ir
    além do que for realmente o poder de compra inscrito na procura agregada
    mundial.

    Haverá então mais uns milhões de seres humanos a consumir energia
    fóssil. No entanto, não terão recursos para comprar petróleo caro. O paradigma do crescimento mudou: muitos mais a crescer, mas todos a crescer mais devagar.

    Energia e matérias primas terão que
    manter preços relativamente baixos (abaixo dos 50€), sob pena de ficarem
    por colher e vender.

    Por sua vez, as energias alternativas e a eficiência
    energética não poderão diminuir as necessidades de petróleo, gás natural
    e carvão, em mais de 30%, isto se formos todos muito eficientes…. que
    não somos.

    Portugal, descontando a gritaria populista dos partidos aninhados em volta da manjedoura orçamental, irá crescer menos, sempre abaixo dos 2%. E assim sendo, não pode pagar 3,7% de juros pela sua descomunal dívida pública.

    A única aposta correta é produzir mais e a bom preço, exportar mais do que importamos, racionalizar o estado de acordo (e o estado social) com uma fiscalidade adequada, justa, competitiva e transparente, combater a corrupção e alterar sobretudo o quadro legal que a estimula, e melhorar radicalmente a qualidade e o preço da nossa mobilidade interna e externa, física e digital.

    BP vê preços do petróleo de regresso aos 100 dólares
    JORNAL DE NEGÓCIOS. Patrícia Abreu | 10 Fevereiro 2016, 16:50

    Os preços do petróleo têm estado a testar novos mínimos de 12 anos em 2016. Apesar de terem recuperado parte das fortes quedas registadas no ano, as cotações continuam bastante deprimidas. Mas isto pode estar prestes a mudar. O presidente da BP antecipa que os preços acelerem até aos 100 dólares por barril.

    If Chesapeake Does Not Go Bankrupt In Just Over One Month, This Could Be The Trade Of The Year
    ZERO HEDGE. Submitted by Tyler Durden on 02/10/2016 12:53 -0500

    É preciso rever os comentários sobre a ‘nova Arábia  Saudita’

    Back in March 2013, when nat gas, and pretty much everything else, was trading far higher than where it is today, investors who believed in the vision of Chesapeake’snow long gone CEO Aubrey McClendon had no problem writing a check for $500 million of other people’s money to the Oklahoma gas giant, hoping to generate a “whopping” 3.25% return by the time the bonds matured on March 15, 2016.

    Sadly, since then things changed.

    Chesapeake – as we previously reported – is now on the verge of bankruptcy having hired K&E as a restructuring advisor, and these bonds (maturing March 15, 2016) are currently trading at 80.5 cents on the dollar.  As the chart below shows, this results in a yield that is about 100 times where it was at issue, or just shy of 300%. 

     

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    João Galamba, deputado do PS

    Qual é a falácia contida nesta frase do deputado João Galamba, do Partido Socialista?

    “se os cortes dos salários dos funcionários públicos e a sobretaxa eram medidas temporárias, então não deviam ter contado para redução do défice estrutural quando foram tomadas e, por essa razão, também não devem contar para défice estrutural quando são revertidas”.— in João Galamba (Facebook)/Observador.

    Os cortes, na realidade, não foram medidas temporárias, quando consideradas do ponto de vista orçamental (e de Bruxelas), ainda que o tenham sido quando vistas na ótica dos atingidos. Logo, os cortes e a sobretaxa foram mesmo medidas estruturais, tendo por isso contado para o défice.

    Onde está, então, a falácia do Governo?

    Nisto: é que os cortes e a sobretaxa só poderão extinguir-se quando o seu impacto orçamental for substituído por outras medidas estruturais com o mesmo impacto positivo no défice.

    Ora como o Governo se limita a revogar as citadas medidas sem substitui-las por outras de idêntico impacto positivo no défice, as que ora propõe no esboço orçamental só poderão mesmo ser consideradas medidas estruturais, com impacto negativo no défice!!!

    Capiche?

     
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